getting rust

Julho 17, 2009

As vezes eu acho que eu deveria dormir durante um mês inteiro. Direto. Poderia aproveitar a segunda metade deste inverno para fazer isso. De repente eu acordaria com saudade das coisas da vida.

Anyway…

Há duas noites atrás, eu dormi no sofá cama que fica na sala de estar. Acordei junto com o sol, exatamente às 6h27 do meu relógio de pulso que marca 5 minutos adiantados. Levantei, peguei a minha câmera fotográfica [que estava na mesinha de vidro que fica ao lado do sofá] e fui tirar uma foto da claridade que estava vindo por detrás dos prédios da Sena.

Guardei a câmera e fechei o black out no intuito de continuar a dormir. Porém, fiquei no mínimo  uns 10 minutos de olhos abertos pensando em algo que eu tenho que dar um pouco mais de importância: disciplina.

Em termos léxicos, eu gosto da palavra disciplina. Tive um início de relacionamento conturbado com ela, pois logo no primário, quando eu obrigatoriamente escrevia o cabeçalho no caderno ao início de cada aula…

“Montanha, 10 de Maio de 1991.
Escola de primeiro grau Nossa Senhora de Aparecida.
Série: 1ª
Disciplina: Português.”

…eu me perguntava por que diabos não substituíamos a palavra “disciplina” pela “matéria”, que era muito mais simples, mais usada.

Em termos semânticos, “disciplina” tem maior relevância que “matéria”. Coincidentemente eu acabei entrando no blog da minha amiga Juliana Almeida [+ Enferrujamento] e ela falava exatamente o que eu gostaria de dizer aqui.

Eu quero me disciplinar.

É difícil começar a ter disciplina e tirar todos os planos do post it amarelinho que fica pregado na escrivaninha, ou do arquivo de note pad salvado no desktop do computador, intitulado: to do.

É difícil lutar contra as forças vilãs da inércia e do “ah! depois eu faço isso”. Acordar cedo? Pra quê? eu não estou trabalhando mesmo. Dormir cedo? Por quê? Eu não tenho que acordar cedo. Praticar um esporte? Mas antes eu tenho que entrar no messenger no modo offline para ver quem está online [e não falar com ninguém], tenho checar o Gmail, o Orkut, o Fotolog, o blog, o G1, o Facebook, e agora a mais nova sensação da internet, o Twitter [sério: o Twitter é um saco]. Depois de cuidar de toda essa second life básica [que bom que pelo menos este S.L. não vingou], o que mesmo eu tinha pra fazer? A vida principal, o palpável, acaba ficando de lado. Que diabos aconteceu?

Não vejo problema algum em checar toda a virtualidade que nos consome. Mas isso deveria ser feito de forma mais dosada. De forma mais produtiva. A internet tem muito conteúdo bom. Conteúdo que nos enriquece, eu diria. Mas temos que sair da frente dela para digerir toda a informação que encontramos lá [aqui, na verdade]. Temos que nos cansar fisicamente, não só mentalmente. Temos que nos empenhar em melhorar nossos currículos, não os nossos profiles. Temos que ficar puto com um amigo por causa de uma jogada dura no futebol, não por conta de um spam maldito que ele mandou pelo e-mail.

Acho que o meu maior problema está na falta do que fazer. Por estar formado e sem trabalho, a minha única obrigação diária, pelo menos até setembro, é o meu curso noturno de web design. Fora isso, acordo a hora que quero, almoço a hora que quero e durmo a hora que quero. Me olho no espelho e mesmo sendo um cara de 24 anos [piadinhas abaixo] sem uma barba apresentável, me vejo como aqueles caras de barba malfeita com ressaca da noite anterior. Porém a ressaca na maioria das vezes é moral.

Não acredito que eu deva ser escravo de uma rotina sem motivos aparentes. Só o básico. Somente transformar os momentos de acordar tarde de ressaca, ou aquela vodka antes de dormir em ocasiões menos frequentes. Não quero me privar das casualidades, mas não é legal viver à mercê delas. Aliás, Ferris Buller matou somente 9 aulas no ano letivo em que se passa o filme [e olha que isso foi nos anos 80].

Eu acredito que a disciplina seja algo essencial para o sucesso de qualquer pessoa em qualquer ramo, seja profissional, pessoal, sentimental, whatever … não é tudo, mas é algo essencial. É algo a ser conquistado com esforço pessoal. E eu realmente estou disposto a me esforçar.

Fica aqui registrada aqui a minha vontade.

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are you?

Junho 16, 2009

Are baba de cu é o quê, criançada?

Rôooooooolaaaaaaa!

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new york temper

Junho 13, 2009

5th Ave.

avos e avós

Junho 9, 2009

Sabe quando você descobre alguma coisa muito idiota, que todo mundo já sabia, que na verdade sempre foi óbvio, mas você nunca percebeu? Pois é, gente. Vocês sabiam que a palavra “centavos” vem de um número fracionário de denominador 100?

Eu não sabia.

Ou eu faltei, ou eu dormi, ou eu estava desenhando armas de guerra na mesa da escola, mas eu não lembro de nenhum professor meu falando isso para mim. Então você me diz:  “mas Tiago, ninguém precisava falar isso, porque é óbvio, oras”. Na verdade, é sim, mas eu tive que receber um paycheck, em um país diferente, que vinha escrito “U$ 150, 40/100″ para entender que centavos possuem a mesma nomenclatura que 5/15 [cinco quinze avos], ou qualquer fração, cujo número denominador seja maior que 10.

Isso me lembra uma descoberta que eu tive quando eu era mais novo, com cerca de uns 8 anos de idade: eu olhava para a minha certidão de nascimento e via o nome do meu pai escrito “Joe Manoel Borges” [sim, ele é o meu pai biológico, antes que surja a dúvida]. Sempre achei legal o nome do meu coroa. Joe é nome de matador de filmes western. Além do mais, Joe é uma abreviação de Joey, que é nome de matador de filmes da máfia italiana. E por último, Joey, é um apelido americanizado de Joseph, que é um puta kick ass name irado. Mas voltando à minha ingênua descoberta, certa vez eu perguntando para o meu pai se Borges era sobrenome paterno ou materno, ele me respondeu que tinha origem de seu progenitor, o falecido Velho Manoel. Eu: “engraçado o nome [Manoel] do meu avô ser o mesmo sobrenome da minha avó, né pai?” [pausa para assimilar os fatos]. Eis que surge a verdade: Manuel não era um simples sobrenome, mas a continuação de um nome composto graças à falta de senso de, digamos, uniformidade dos meus avós. Não acho feio. Acho engraçado. E estranho também. O fato é que hoje em dia eu acho Joe Manoel Borges um puta kick fuckin’ ass name irado.

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Widmore estava dentro

Junho 5, 2009

“Ladies and Gentlemen, that’s the indication that we have been cleared, for landing…”

Menos um avião no espaço aéreo do planeta…
A menos que você viva no seu próprio mundinho como Jimmy Bolha [+aqui], você está ciente do desaparecimento do Airbus da Airfrance.

A segunda metade desta década está sendo ["tá sendo, né?" como diria o célebre amigo Cabeção] marcada por terríveis tragédias aéreas:

• O choque entre o Boeing da Gol com o Jato Legacy, em setembro de 2006.
• A “derrapagem” fatal do Airbus da Tam no aeroporto de Congonhas, em 2007.
• A atual sensação do momento, o desaparecimento do Airbus da Airfrance.
• Os demais vôos pequenos, que como aquele do Resort de Trancoso, foram infelizes em suas jornadas.

Muitas pessoas admitem sentir medo de uma viagem de avião. Existe um certo receio por conta de um elemento básico para esse tipo de transporte, que é a altura. Com o crescente índice de acidentes aéros, aumenta o medo de que algo aconteça durante o percurso, e uma coisa é fato: qualquer problema grave a quilômetros de distância do chão, significa uma chance remota de um final feliz.

Eu só penso em três coisas que possam acontecer comigo caso o meu vôo não seja bem sucedido:

• Morte: se eu morrer, eu morri. Acabou. Menos mal pra mim. Pior é pra quem fica.
• Sobreviver:  se isso acontecer, eu tiro onda pro resto da minha vida. Além de aproveitar a grana da indenização da cia aérea.
• Ter uma experiência de viagem no espaço-tempo: como eu acredito que tenha acontecido com o Airbus. Isso sim seria muito foda.

Exato! Como eu já disse para alguns amigos meus, é o que eu acho que está acontecendo com o Airbus da Airfrance. Ninguém acha nada do avião. Os dias passam, as semanas passam, os anos passam, e o evento cai no esquecimento do povo. Cerca de trinta anos depois, a torre de comandos do aeroporto Charles de Gaulle de Paris recebe um pedido de permissão para aterrisagem. Os passageiro saem da aeronave olhando carros voadores, adimirados como a França é um país desenvolvido, não sabendo que cerca de dez horas de vôo para eles se passaram em trinta anos para o resto da humanidade.

Plausível, não?

Porém, outra teoria muito “plausível” é a de que os limites da publicidade estão sendo testados. A Airfrance é uma gigante da indústria aérea e possui uma das maiores frotas da Europa. Lembrem se que um desaparecimento não é uma queda.

Então pensem só nessa jogada de marketing: a agência de publicidade que atende a Airfrance, que eu não sei qual é e nem quero procurar no google para descobrir, faz contrato com vários atores e atrizes espalhados no Brasil, na França e em alguns outros países. O que esses profissionais do entretenimento precisam fazer é fingir o sofrimento pelo desaparecimento do vôo 447 quando a notícia começar a se espalhar. A aeronave não é encontrada, tampouco os  passageiros.
A sexta e última temporada de Lost começará ser exibida no início do ano que vem nos EUA. Os fãs esperam revelações bombásticas, e nada mais bombástico que um vôo da Airfrance com todos os passageiros caindo na ilha de Lost e recomeçando a saga toda novamente, fechando assim, a famosa teoria cíclica. Afinal, querem apostar quanto que existe um tal de Charles Widmore entre os nomes da lista de passageiros.

Né?
Não, né?
Né não. Tá certo… não é não.

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Passei as últimas semanas ajudando duas amigas a desenvolverem a parte gráfica do TCC delas. Ontem foi o dia da apresentação e elas passarm com 10. Parabéns pra Tainah e pra Thays!  : ]

Me fez lembrar o nosso 10, heim Gaberito?

are ya ready kids?

Maio 25, 2009

…Aye, Aye, Captain! [+you tube]


Bob Esponja é um desenho muito engraçado. Pode ser bobo, infantil, esquisito ou whatever, mas eu também sou meio bobo, infantil e esquisito ou whatever. Hoje pela manhã, fui ao laboratório buscar os resultados de um exame de sangue da minha mãe, e enquanto esperava para ser atendido, começou a passar Bob Esponja na TV. Eu fiquei rindo sozinho no meio da sala de espera. Saí do laboratório rindo, entrei no carro rindo e fui dirigindo e rindo durante um bom tempo.

SpongeBob SquarePants me lembra muito o meu tempo de Minnesota, quando eu passava parte da manhã deitado num sofá gigante e macio, debaixo de um cobertor, me protegendo daquele frio repugnante, com a TV ligada, assistindo uma maratona de Bob Esponja. Gargalhadas garantidas.

:D

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Demorei muito, mas finalmente vou começar a fazer um curso de Web Design. To ansioso para começar a entender de fato os softwares que ajudam a escravizar a mente de grande parte da juventude.

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http://www.youtube.com/watch?v=O1A_dcMdrwc

ink blots

Maio 22, 2009

Aê, aê, aê! Eu tive uma idéia, tive uma idéia: vamos fazer o teste de Rorschach?

Desde que eu vi o personagem Rorschach, em Watchmen, eu fiquei interessado pelo teste.

O teste de Rorschach é uma prova psicológica projetiva desenvolvida pelo psiquiatra suíço Hermann Rorschach. O teste consiste em dar possíveis interpretações a dez pranchas com manchas de tinta simétricas. A partir das respostas obtidas pode-se obter um quadro amplo da dinâmica psicológica do indivíduo. [+ wikipédia]

Vocês vão analisar as pranchas originais e descrever, lá nos comentários, o que estão vendo, ok? E não leiam as minhas respostas antes de adquirirem as suas próprias, para não causar nenhum tipo de estímulo de influência.

Bora lá:

Ok, vamos lá:

1. é o Coyote do desenho do Papa-Léguas, possuído pelo simbionte alieníngena do Venon, do Homem-Aranha.

2. são dois maestros segurando suas batutas como se fossem varinhas mágicas e brigando como se fossem bruxos dos livros do Harry Potter.

3. morcego cabisbaixo.

4. “joinha amigão” recíproco.

5. um Canyon.

6. dois Gnomos de jardim, com gorros vermelhos, dando um Hi Five. “Bate aqui, champs!”.

7. um monstro gigante parado, com uma piroca grotesca. 0_o

8. Eu juro que tentei ver outra coisa… mas só consigo enxergar uma libélula presa numa vulva.

9. uma imagem colorida de um exame de tomografia computadorizada.

10. festa do ano novo chinês, com muitos fogos, muitas cores e dragões, em plena Paris, com a Torre Eiffel lá atrás.

Agora eu só preciso de um psicólogo que tenha estudado Rorschach pra me dar o diagnóstico. Caso esse psicóloco apareça por aqui, mande o diagnóstico por email, por favor, ok?

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pático

Maio 20, 2009

Ok, ok! Sumi, sim. Tava pagando uma promessa para Santo Google, o padroeiro da internet. Mas depois de 15 dias de jejum… tamo aí mandando brasa [...pra Malungo ê].

Morro de São Paulo foi foda. Chuveu muito, mas não o bastante pra desanimar a viagem.

Me rendeu um conhecimento bom do povo que trabalha com Turismo na Grande Vitória [e até mesmo de outros lugares do estado], ótimas fotos, banhos de praia deliciosos, banho de chuva, muita cerveja, rocks divertidos, e dois bichinhos geográficos, [um em cada pé. Mas eles já estão controlados, não fiquem com nojo de mim, por favor] [+wikipedia]. Foi demais! Recomendo a todos.

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Hoje é o aniversário do meu pai. Parabéns pro meu pai!

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Às vezes eu sou bem antipático, sabe? [eu disse bem antipático] As pessoas passam por mim nas ruas e eu não cumprimento. Isso começou desde muito cedo, quando eu devia usar meus óculos de grau, mas a força dos valores da estética me cegavam, literalmente. Eu andava pela cidade, mas não enxergava aquele conhecido que estava do outro lado da rua, acenando com a mão levantada para mim. Eu até via que tinha alguém dando um tchauzinho, mas, e o medo de eu retribuir o tchauzinho e depois descobrir que era para a pessoa atrás de mim?! Convenhamos: isso é desconcertante. Então, desde aquela época eu era antipático.

Depois de um tempo eu virei punk, e a estética de cu, se tornou rôla para mim. Comecei a usar óculos nas ruas. Óculos dos modelos mais diversos, e por vezes, bizarros. Alguns ociosos leitores ainda lembram daquela minha armação que eu comprei por R$9,90 na Óticas do Povo:

Na era dos óculos, eu dei uma melhorada. Eu cumprimentava mais as pessoas. Porém havia outro agravante para o meu comportamento antipático. Os temíveis óculos escuros [fundo musical: +you tube].

Ora mocinho, ora vilão, os óculos escuros nos toma grande parte de nossas expressões faciais, uma vez que lhes cabem a missão de esconder nossos olhos. E como todos sabem: os olhos falam muito – nos indicam, principalmente, a direção que a outra pessoa está olhando.

O motivo de eu vir com este assunto à tona, é que o embaraçoso momento acabou de acontecer comigo: vinha eu, serelepe e contente andando pelas ruas de Jardim da Penha, rumando para o trabalho, quando, no momento em que eu passava pela calçada de uma construção da Viga, reparo que do outro lado da rua estava o Senhor Aloísio, meu vizinho de porta, andando em direção ao nosso condomínio, olhando para o meu lado da rua, com o jornal na mão e os óculos escuros no rosto. Eu, num surto de simpatia, querendo ser um bom vizinho, levanto o braço, e sorrindo, faço um “jóia” com o polegar direito. [pausa para visualizar o momento e imaginar o final da história]. Vocês que conhecem pelo menos um pouco sobre a ‘Teoria do Caos’, que diz que uma coisa leva à outra, que todos os acontecimentos estimularão um reação no futuro? Pois é. A única reação fruto do meu “jóia” foi esta postagem. O senhor Aloísio continua andando, com o rosto virado para mim, sem dar um sorriso, ou sequer um gesto de “olá, vizinho”. Foi assim, que eu descobri que o Senhor Aloísio se interessa pelas construções da Viga.

Nessas horas bate uma tristeza no coração.

Para evitar esse tipo de constrangimento, muitas vezes eu sou antipático. Então bate aqui ó:    o/

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trip

Maio 5, 2009

Amanhã embarco em mais um trip alucinante. Desta vez para Morro de São Paulo [É tipo um baile funk com os mano da gavião da fiel, meu].

Morro de São Paulo se situa na Ilha de Tinharé, no município de Cairu, no estado Baiano, e pelo que dizem, possui um visual magnífico, com praias paradisíacas, água cristalina e pequenas ilhas ao redor. Só espero muito, de coração, que o tempo esteja bom quando eu chegar lá. Bem ensolarado.

Será uma experiência de viagem completamente diferente de todas. Vou viajar pela primeira vez  sozinho. Vou por uma excursão no ônibus da Saturno, cheio de gente que eu não conheço, o que me dá um pouco de medo. Mas o que vale é a experiência e a aventura.

Bora nessa!

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eba!

Maio 2, 2009

É sempre assim. Ano após ano, nunca muda. Tá ficando muito previsível, cara. Dia 02 de maio é sempre o meu aniversário.

Tsic!

E é o cumplaños também do Leonardo Pelota, da Kécia Becker, da Raíssa Friche, da Becca Hassett, do Henrique Kenny e também, por último, e sim, o menos importante, do Fausto Silva.

Deixo aqui o meu “feliz aniversário” para gente.

3 problemas

Abril 29, 2009

Look!

Com o planeta correndo risco de uma Pandemia, a atenção da imprensa, e consequentemente, da população, se volta para a notícia foco e acaba deixando de lado outras grandes discussões que atormentam a sociedade. Por isso, cito aqui outros 3 problemas que já enfrentamos há um certo tempo:

1 – A dengue: Caros amigos, vamos tomar cuidado com a dengue. Não podemos deixar a água parada acumular, pois assim, ajudamos a proliferação do mosquito aedes aegipty. Tampem caixas d’ água, garrafas, e recipientes que possam acumular água da chuva. Mantenha o seu quintal limpo, e retire a água acumulada dos vasos de planta. Se todo mundo fizer sua parte, iremos vencer esta guerra.

2 - O Aqueciment0 Global: Queridos companheiros, o nosso planeta está pedindo ajuda. A Terra já sofreu diversas mudanças climáticas desde a sua origem, no Big Bang. Em todas essas mudanças climáticas, boa parte da vida presente na Terra, quando não toda ela, foi extinta. Estamos caminhando para mais uma mudança brusca de temperatura e isso é quase que inevitável. Porém, podemos retardar este acontecimento se pararmos de poluir, produzir lixo e desmatar.  Vamos cuidar do nosso planeta para que ele cuide de nós.

3 – Filmes com final ruim: Estimados leitores, há tempos acompanhamos trailers de cinema vindo diretamente de Hollywood prometendo filmes com roteiros legais. O problema é que ao assistirmos a esses filmes, nos deparamos com um desenrolar interessante, uma idéia legal, cenas bem feitas com um bom suspense e tudo mais, mas, quando chegamos na hora da conclusão, eles jogam merda de porco gripado no roteiro.

O trigésimo segundo filme que eu assisti no ano de 2009 é mais um deles: Knowing. No Brasil, “Preságio“.

Eu gostaria de comentar muito a respeito do filme, falar tudo o que eu achei, e expor as discussões que eu tive com meus amigos sobre o filme. Mas se eu falar qualquer coisa, vai ser meio chato pra você, que não viu o filme ainda. Eu só posso adiantar que o final é meio chocante. Mas um chocante no sentido ruim. Meio… WTF!? Sabe?

Eu só queria que o Nicolas Cage se reerguesse dessa má fase, cara. Coitado… a situação tá feia pro rapaz, heim!?

Mas é isso aí. Bola pra frente e vamos ver mais filmes bons.

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pan

Abril 28, 2009

Não é a Joven Pan, nem o Peter Pan, tampouco os jogos Pan americanos, ou muito menos Serguei, o pansexual. É motivo para uma trilha sonora com a 5ª Sinfonia de Beethoven [Pam pam pam paaaaammm... pam pam pam paaaaaammm...], é quase o Pandemônio, é sim o princípio de uma PAN-DE-MIA!

Até o início do final de semana passado eu nem sabia da existência do conceito de “Pandemia”. Agora eu sei que ‘I Am Legend’ [+ aqui], ‘Ensaio Sobre a Cegueira’ [+aqui] e o meu querido ‘28 Days Later’ [+aqui], são baseados nesta classe de epidemia. Algo mais sério, como aquela das aulas de história que falavam sobre a terrível Peste Negra [ou Peste Bubônica], que devastou a Europa matando cerca de 75 milhões de pessoas durante o século XIV.

É triste? De fato é. É triste, é angustiante para quem está mais próximo, é preocupante para quem está longe e teme que a gripe suína [swine flu] se alastre, mas também é interessante ver que a história mundial pode estar sendo escrita e  entrando mais uma vez para os livros das próximas gerações. Fora o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, enquanto eu estive vivo e fui capaz de compreender os fatos, nada muito relevante aconteceu no mundo [nada de grandes guerras mundiais, nenhum meteoro gigante devastou parte da Terra, não fomos atacados por alienígenas...]. Talvez esteja acontecendo agora.

Até este exato momento, já são 8 países com casos confirmados [+G1], fora os que estão com algumas suspeitas, grupo que inclui o Brasil. Vamos esperar mais notícias para sabermos se teremos que fazer estoque dentro de casa, para nos manter trancados, longe do risco de contaminação, né?

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Editado:

Acabo de receber a informação de que já existe uma suspeita de gripe suína em Vila Velha, e que um navio vindo do México ancorou hoje no porto de Vitória com um tripulante suspeito de estar contaminado.

Esta é a gripe suína, que como o Itaú, está cada vez mais perto de você!

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Pelo menos, esses infectados não ficam excessivamente agressivos e atacam os não infectados, causando assim um caos generalizado tão assustador como o de 28 days later.

É rapaziada. O mundo está sucateado…

Como já dizia o nosso velho amigo Windows: “PAN – Ocorreu um erro fatal”.

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dias 5, 6, 7 e fim

Abril 27, 2009

Alô galera esperta galera legaaal, bate na palma da mão e diz: Olodum é o número um, Olodum é o número um, Olodum, Olodum… irá tá tá tá tum tum tum…

Então negada… já estou em casa. Não tive tempo de escrever durante os últimos dias de viagem, pois foi tudo muito corrido. Então serei breve para terminar logo de contar a minha saga no Pênis… no Peru.

dia 22

O meu quinto dia de viagem foi quase que por inteiro dentro de um trem. Que foi de onde eu escrevi as duas últimas postagens. Um trem chic, rapaz… vocês tinham que ver. Eu, que até duas semanas atrás nunca tinha andado de trem, estou com um currículo ferroviário muito bom agora. Foram dois trens em uma semana. O primeiro de Cuzco x Águas Calientes, numa viagem de 3 horas. O segundo, Cusco x Puno, com 10 horinhas no itinerário de trem mais alto do mundo, atingindo o seu ponto máximo na estação chamada La Raya, que se situa a 4.319 metros acima do nível do mar. [How do you like them apples?!] Ali o ar é rarefeito com força. Tipo… Com forrrça! Digo… ahhhh… cadê o ar, mermão?

Mas então! A viagem foi bem legal. Tinha um serviço de bordo bacana, cadeiras confortáveis, energia pro lap top, e o último vagão era meio que aberto, com uma vista panorâmica do caminho entre os Andes. Paisagens lindíssimas.

Chegamos na estação de Puno ao anoitecer. Pegamos nosso ônibus e fomos para o hotel. Naquela noite, só saímos para jantar e retornamos rapidamente ao hotel.

Puno é a principal cidade peruana com acesso ao lago Titicaca, que por sua vez é o lago comercialmente navegável mais alto do mundo, e se divide em 60% no território peruano e 40% no boliviano.

dia 23

Fomos de ônibus para um pequeno cais onde estavam os barcos que levam os turistas nos tours pelo Titicaca. Por coincidência, encontrei novamente David e sua família [os Filipinos] no mesmo barco que estávamos.

O barco partiu, e em pouco tempo estávamos nas ilhas flutuantes do Uros, um povo que na época da expansão do império inca e da conquista espanhola, se refugiou em ilhas baseadas em raízes de plantas aquáticas. O Uros vivem nessas ilhas e sobrevivem do turismo, pesca, caça e escambo de seus materiais. Fomos muito bem recebidos por eles. Um deles, chamado Freddi, estava vestindo uma camisa do Brasil, o que me motivou a pedir para tirar uma foto com ele. Depois que a foto foi tirada, ele virou pra mim e disse na maior normalidade do mundo: “manda essa foto pro meu e-mail?”.

WTF!? Você tem email? Então fui até o barraco dele para ele escrever seu hotmail num papel para mim. Me surpreendi mais ainda, quando entrei e vi um rádio com uma minitela de televisão, que era ligado direto numa bateria de carro. Muito interessante.

Fizemos nossas comprinhas de artesanatos e demos um passeio no típico barco dos Uros.

Nos despedimos e seguimos para a encantadora Ilha de Taquile [+ maps], onde fomos recepcionados pelos moradores, que nos serviram um almoço delicioso: uma sopa de quínua [cereal típico] de entrada, um prato de arroz com truta e batatas fritas como prato principal, e para finalizar, um refrescante chá de menta.

Depois de encher o bucho, ouvimos algumas explicações do nosso guia bilíngue [espanhol e inglês ¬¬] e fizemos uma caminhada através da ilha para conhecermos um pouco mais o local. Quando nos dirigíamos ao cais onde estava o nosso barco, perguntei ao guia se era possível dar um mergulho no lago. Ele disse que era por minha conta, que a temperatura da água estava na casa dos 8°C. Então eu me apressei no caminho até o barco para colocar meu calção de banho e dar o meu tchibum no lago mais alto do mundo.

Puta água gelada, mano! Puta que o pariu! Eu fui a única pessoa que entrou no Titicaca durante todo o percurso que fizemos. Os nossos companheiros de barco até me aplaudiram quando eu saí da água. Foi beeem engraçado.

Depois do passeio de barco, voltamos para o Hotel. Nos arrumamos para dar uma saidinha pelas ruas da cidade, onde compramos mais alguns artesanatos e jantamos. Logo após, voltamos para mais uma noite de sono.

dia 24

Acordamos beeeeem cedo, para pegar o ônibus para o aeroporto de Juliarca. Chegando lá, quem encontro no saguão de embarque? David e a sua família Filipina. Todos nós indo para a capital Lima. Chegamos à cidade grande por volta de umas 11h, o que nos deu tempo de almoçar e depois fazer um city tour, onde conhecemos as principais igrejas e praças da República do Peru.

Quando terminamos o passeio, eu liguei pro meu amigo peruano Cesar Bringas, para marcarmos de dar um rolé à noite. Marcamos de nos encontrar depois que ele saísse da faculdade dele. Então, eu e minha família aproveitamos o início da noite no centro de artesanatos de Lima, e depois jantamos na praça de Miraflores. Voltamos para o Hotel, onde e eu e minha irmã nos aprontamos enquanto o Mr. Bringas chegava com seu Hyundai Rosa para nos levar pra noite peruana.

Primeiro fomos nos encontrar com Christian, Dusty e Andrea, os amigos do Cesar. Após nos juntarmos a eles, fomos à casa de um conhecido que estava dando uma festinha de cumpleaños. Pouco tempo depois, deixamos a festinha de formato americano e nos dirigimos à outra vizinhança, onde existiam mais bares e boates. Porém no caminho, meus novos amigos me levaram à margem cheia de pedras do Oceano Pacífico, para que, pela primeira vez eu pudesse molhar a minha mão naquela parte do oceano. Muito bacana. A praia é cheia de pedras e não de areia como a nossa. Mas não são pedrinhas pequenas, tipo casacalho. São pedras do tamanho de um punho cerrado. Conferi se o Oceano Pacífico era realmente salgado e deixamos a praia para ir a um bar onde pagamos S/. 10,00 [10 soles] para assistir a uma banda cover de Pink Floyd. Puta banda foda. Tocaram com perfeição até mesmo a obra prima The Great Gig In The Sky [+youtube] dos gênios ingleses.

Quando o meu relógio marcou as 2h1o da matina, eu e minha irmã pegamos um taxi e fomos para o nosso hotel. Encontramos com nossos pais na porta do elevador do hotel, loucos de preocupação, já que nosso ônibus passaria para nos pegar às 3h15. Foi o tempo de passar uma água no corpo para tirar o cheiro da cerveja e do cigarro, fechar a mala e descer para a portaria do hotel. Lá estava o nosso transporte.

dia 25

No caminho ao aeroporto, não aguentei o cansaço e caí no sono. O que me fez ficar insociável desde a saída do ônibus no estacionamento do aeroporto até encontrar as cadeiras do portão 23 no saguão de embarque. Consegui dormir cerca de 50 minutos o que me foi o bastante para conseguir conversar com alguém novamente, e dar bom dia para as comissárias de bordo. Depois que entrei no avião, dormi, profundamente. Acordei pouquíssimas vezes durante o voo até o aeroporto de Congonhas.

Em Congonhas, eu e meus pais nos despedimos da minha irmã e fomos pegar um ônibus da TAM que nos levou para o aeroporto de Guarulhos. No ponto de ônibus da TAM quem eu encontrei? Séeeergio Reis… Aêeeeee menino da porteeeeira. [Foda! Pensei que ele estivesse preso. 0_o]

Ao chegar em Guarulhos, fomos fazer o check in e encontramos com o jogador de futebol Viola, que estava atrás de nós na fila. [Whatever, né?]

Pegamos nosso avião para Vitória, onde enfrentei a pior turbulência que eu já passei, e onde assisti pela primeira vez o seriado The Big Bang Theory [+ seriados, coisa e tal], que é muito engraçado.

Pousamos e fim.

Obrigado pela paciência, se é que você teve paciência para ler essa merda toda. ;D

;**

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dia 4

Abril 23, 2009

Escrevi essa postagem ontem, enquanto estava no trem a caminho de Puno:

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Ainda no trem. Já tomei 2 espressos, tirei várias fotos e interagi com aquela família de filipinos que me sugeriram dois livros sobre viagens para eu ler. Interagi também com um francês, que não sabe português, nem inglês, solamente un poquito de spañol. Depois troquei uma idéia com um australiano que está está fazendo uma viagem de 3 meses. Então resolvi voltar pro meu vaio e escrever sobre o meu quarto dia de viagem ao Peru:

Acordamos bem cedo, pegamos o ônibus da Pacífico [a nossa operadora de passeios turísticos daqui] rumo à estação de trem, onde embarcamos na nossa viagem até o povoado de Águas Calientes. No caminho eu senti muito sono, pois havia dormido pouco na noite passada. Mas mesmo assim não consegui dormir muito, pois a vista do caminho em meio aos enormes paredões de pedra, rios e povoados, era tão foda, que eu não conseguia ficar muito tempo com os olhos fechados.

Ao alcançar Águas Calientes, caminhamos até onde saem os ônibus do próprio governo local que sobem constantemente até a entrada de Machu Picchu. A vista dos desfiladeiros é espetacular. Chegando ao ponto final do ônibus, caminhamos até a entrada monitorada da cidade sagrada dos incas. Na medida em que andamos, avistamos mais e mais ruínas, que num ponto de altitude imponente e entre montanhas ainda maiores, emociona qualquer humano. Centros de cultivo, habitações, cerimoniais, várias repartições feitas de pedras talhadas e encaixadas perfeitamente uma por uma. Todas colocadas com grande consciência de tamanho, peso, forma, espaço, encaixe e propósito, pelos incas, no século XV. Uma das salas mais curiosas, a sala do oráculo, possui cavidades em formatos trapeziais nas paredes, que quando nos aproximamos e falamos dentro delas, a voz se espalha pelas outras cavidades, produzindo um som que envolve todo o pequeno quarto sem teto. Machu Picchu é cercada por quatro montanhas maiores, e seus cumes representam exatamente uma rosa dos ventos para a cidade.

Dizem que os incas eram grandes conhecedores de matemática, engenharia, física, aritimética, astronomia, e mais outras ciências das quais não me recordo agora. A questão é que tudo foi construído com muita coerência. Existem até sistemas de absorção de energia de impacto, que permitiram a todas as construções se conservarem intactas durante todos os grandes terremotos que atingiram o Peru até hoje.

Ao final da nossa visita, fizemos os caminhos de ônibus, trem e novamente ônibus até o nosso hotel, onde tomamos banho e saímos para comer alguma coisa. Eu e minha irmã pretendíamos ir a algum bar depois do jantar, ou tomar uma cerveja com o nosso amigo bartender do Irish Pub, mas a fadiga era tanta que voltamos para o hotel e fomos dormir.

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dia 3

Abril 22, 2009

Escrevi isso a algumas horas atrás:

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Neste momento eu estou escrevendo diretamente no word, pois estou no trem a caminho de Puno, onde visitaremos o lago Titicaca. Essa viagem demora cerca de dez horas, mas o trem é bem equipado com cadeiras e mesas confortáveis, com uma tomada por mesa, um bar, serviço de almoço, e um vagão com vista panorâmica [depois entro em mais detalhes sobre a viagem]. Aqui no trem, como era de se esperar, não há internet.

Minha postagem anterior ficou muito grande e sacal, além de eu ter deixado vários erros de escrita, pois não tive tempo para revisar. Então serei mais breve ao descrever nossos passos.

Ok então. O terceiro dia da nossa viagem, o segundo em Cuzco [ou Cusco, pois achamos o nome escrito das duas formas em vários lugares, até na própria cidade], visitamos parques arqueológicos e centros cerimoniais, onde se encontram belas ruínas incas, construídas entre o século XV e o XVI. É bem interessante lembrar que algumas dessas ruínas foram construídas na mesma época em que o Brasil foi descoberto, e que algum tempo depois, os espanhóis chegariam pra estragar tudo.

A parte da tarde foi totalmente livre, então pudemos conhecer algumas ruelas cheias de artesanatos e restaurantes.

O Peru é um país pobre. Sempre que saímos dos centros turísticos, vemos muita escassez de recursos. Porém, é muito rico culturalmente. Muitas das antigas tradições se perpetuam até hoje, e muitos mistérios a cerca das ruínas incas não foram desvendados ainda, se é que um dia serão. Viajando aqui dentro da minha cabeça eu até lancei uma teoria a respeito disso tudo, mas isso ficará para outra postagem.

No final do dia, eu e minha irmã fomos a um Irish Pub, que fica bem em frente ao hotel que nós estávamos hospedados. Lá fizemos amizade com o bartender, Cesar, que nos serviu uma variedade de cervejas, incluindo a peculiar cerveja de coca. O sabor? Nada bom, mas valeu a experiência, logico.

Fomos para o hotel, dormir as próximas 5 horas de noite que restavam, já que o outro dia seria o grande dia. O dia do Machu Picchu [ou Machupicchu, ou Machupicchi].

Vou dar um pausa agora para dar uma fotografada na vista e interagir com o pessoal do trem. Acabei de falar com um casal das Filipinas aqui. Me amarro nisso.

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Respondendo a observação do Gaberito, que ele fez nos comentários da última postagem… é isso mesmo, meu caro. Take a look:

Google  Maps [+ aqui]

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dia 2

Abril 21, 2009

dia 19

Túuutúuutúuu… sabe aqueles rádio despertadores clássicos, também conhecidos como “rádio caixinha de abelha”, que foi, ou ainda é, o terror das madrugadas em que você tem que acordar cedo? Pois é. Conheci um desses peruano. É antipático igual ao brasileiro. Como o ônibus que nos levaria para o aeroporto de Lima passaria em frente ao hotel pelas 5h da manhã, tivemos que acordar às 4h. Com medo de não conseguir acordar, além de colocar o rádio despertador para apitar, requeri o serviço de despertador do hotel. Então, alguns segundos depois do rádio, o telefone toca: “¡Buenos dias! ¿Estás despierto, señor?”

O café da manhã do hotel foi bem fraco, imagino, que exclusivamente, por culpa do horário. Aliás, que hotel serve o café da manhã às 4h20, cara?

Comemos, terminamos de arrumar nossas coisas e fomos para o aeroporto. Lá, fizemos nosso check in e fomos aprimorar o desjejum no Starbucks. Hell Yeah!

Fizemos um voo tranquilo, de cerca de uma hora de duração, até pousarmos no aeroporto de Cuzco. A cidade vista de cima é de cor telha, meio barro ou um verde seco, e surpreendentemente grande. Digo, grande em extensão, já que são raros os prédios ou construções grandiosas. Ainda no aeroporto, uma foto com aqueles típicos grupos de música andina, com flautas, sabe? Porém como tudo por aqui [ou como também era nos EUA], é necessário pagar uma propina [gorjeta] para os envolvidos. Saímos do saguão de desembarque ao encontro do nosso serviço de translado e do lado de fora do aeroporto, onde fomos cercados por locais querendo nos vender roupas, bonecas, água, e balinhas e folhas de coca. Adivinha o qual foi a primeira coisa que eu comprei?

As folhas de coca têm um gosto bem ruinzinho, sabe? Mas realmente ajudam a respirar melhor. E além do mais, é uma planta muito importante na cultura inca, pois eles costumam fazer oferendas com essas folhas.

No caminho até o hotel, passamos pela parte central da cidade de Cuzco, que é bem pobre e sobrevive principalmente do turismo, da agricultura e do comércio, respectivamente. Muitas celebrações católicas estavam sendo realizadas nas ruas, pois chegamos num domingo, que já é considerado “o dia do Senhor”, e num dia 19 de abril, dia de Santa Fátima. Não existem muitos modelos de carros, e a grande maioria são um que eu não saberia identificar o nome, mas que parece um mini Gurgel. A maioria dos carros realizam o serviço de taxi. O trânsito mais uma vez, é bem complicado e bagunçado. A bandeira de Cuzco é um arco íris listrado horizontalmente, tal qual a bandeira da comunidade gay. Porém, a de Cuzco é muito mais antiga que a segunda.

Seguimos para a parte mais turística da cidade, onde se encontram a maioria dos hotéis, restaurantes, bares, pubs, lojas de artesanato, mercados, praças e consequentemente, turistas. Muitos gringos, sendo a maioria deles da América do Sul. Me dei conta de que eu era um gringo no meio de todo mundo. Pela  primeira vez na vida eu me senti assim: um gringo. Demos entrada no hotel, bebemos nosso primeiro chá de coca, que fede igual ao inferno, mas é gostosinho. Deixamos nossas bagagens nos quartos e fomos à procura de um restaurante. No caminho tiramos foto com umas llamas e suas donas [mediante à gorjeta]. Achamos um restaurante interessante e entramos. Pedimos uma sopa para cada um, pois foi o que nos aconselharam, para ajudar na aclimatação. As sopas tinham cereais típicos do local. Muito bom. Seguimos para o hotel e descansamos por volta de 40 minutos, antes de nos pegarem para o primeiro passeio guiado pela cidade de Cuzco.

Se eu fosse passar toda as informações que eu recebi no dia de ontem, eu passaria o resto do meu dia aqui. E como eu quero sair logo dessa cadeira pra dar uma passeada, vou falar só dos lugares que fui e as informações superfodásticas que recebi. Nossa guia nos levou à um mirante de onde podíamos ver onze das treze igrejas católicas monumentais que existem em Cuzco. A maioria dos 400.000 habitantes seguem a religião católica mesclada com a religião inca, o que é chamado de sincretismo [+ aqui]. Por isso vemos cruzes enfeitas com mantas incas, imagens de santas usando brincos, quadros de santos em que aparecem serpentes, que na religião inca, representam beneficamente o mundo dos mortos, o subsolo e o passado. É bem bonito.

Após o mirante, nos dirigimos ao mercado central, onde não pudemos fotografar os nativos, já que grande parte deles acredita que uma vez fotografado, sua alma foi roubada. Eu vi cerca de 3.500 espécies de batatas, rãs vivas sendo dilaceradas para o consumo, tabaco de cacto, bebidas alucinógenas para cerimonias religiosas, o maior grão do mundo, vegetais desidratados, algas desidratadas, casco de tartarugas pintados, cereais incomuns, espigas de milho naturalmente preto, entre outras peculiaridades. Seguindo à diante, fomos às ruínas de um centro inca onde haviam templos importantes como o dos mortos, do sol, do trovão, do relâmpago, dentre outros. Mais tarde passeamos pelas igrejas mais antigas de Cuzco. A igreja do Triunfo, que fica colada à Catedral, que por sua vez, fica colada à igreja da Sagrada Família. Essas igrejas possuem uma arquitetura barroca rica em imagens e ouro. Não é possível tirar fotos ou filmar no interior delas. São riquíssima em beleza e sincretismo. Possuem alguns detalhes da maçonaria, o que me fez lembrar muito as igrejas de Ouro Preto [ouro+barroco+maçonaria].

Acabamos as visitas guiadas e nos dirigimos ao nosso hotel. Após nos recompor com muito chá e balas de coca, fomos para a Praça das Armas, que eu diria ser a praça principal de Cuzco. Demos uma passeada, jantamos uma pizza de recheio peruano, e voltamos exaustos para nosso quarto de hotel, para dormirmos, pela primeira vez, um sono de 8 horas contínuas.

O cansaço bate muito fácil por conta da altitude. Qualquer subidinha em um lance de escadas te faz colocar a língua pra fora. As balinhas e os chás de coca são essenciais para a adaptação ao ar rarefeito, que causa uma dor de cabeça profundamente chata. Mas mesmo assim, tô me amarrando em Cuzco.

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dia 1

Abril 19, 2009

Meu primeiro post no Peru: ¡Muy bueno!

Então, gente… até agora está correndo tudo muito bem e estou achando tudo muito legal.

dia 18

O voo ‘São Paulo x Lima’ foi beeeem cansativo. Não consegui dormir quase nada das seis horas de percurso. Como estávamos nos direcionando ao oeste [go west, where the skies are blue...], perseguimos o sol poente e, consequentemente, tivemos que atrasar nossos relógios em duas horas de fuso horário. Pela janelinha do avião consegui ver belíssimas paisagens, como alguns picos gelados nos Andes, o lago Titicaca e o dourado [por causa do sol poente] Oceano Pacífico. Chegamos ao aeroporto de Lima por volta das 19h30. Passamos pela imigração, achamos o nosso grupo com a plaquinha escrito ‘Borges’ e rumamos pela cidade de Lima até o distrito de Miraflores, onde estava localizado o nosso Hotel.

Lima, que é conhecida como La Ciudad Gris [A Cidade Cinza] é bem diferente de todas as cidades que eu já conheci. Possui pouquíssima vegetação, um trânsito confuso, com taxis não padronizados, carros pequenos com  pouca tecnologia e um litoral atípico, com muitas falésias. Foi só  o que eu consegui identificar durante o período de escuridão pelo qual passamos por lá. Miraflores, segundo meu amigo Cesar Bringas, é uma vizinhança bem legal, que todos gostam de ir. Realmente, eu achei o local mais bonitinho, com jardins, bares, vida noturna e  um pouco mais de organização. Mas também não tivemos tempo para explorar muita coisa. Chegamos ao Hotel, tomamos um banho e descemos para jantar, pois a fome estava desgastando as paredes do estômago. Não comemos nada de muito típico, digo, nada típico do local, pois não havia uma diversidade grande no menu do restaurante. Porém tudo o que pedimos estava muito bom. Ao final, um chazinho chamado , que parecia um chá mate mais fraquinho. Dentre as opções de chás, estava o famoso chá de coca, mas resolvi deixá-lo para outra ocasião. Estávamos exaustos e parte do bando foi para cama, pois precisávamos acordar às 4h da matina para rumarmos novamente para o aeroporto. Porém, eu peguei o meu vaio e fui para o bar, pois nas áreas comuns do hotel a internet era gratuita, ao contrário da internet dos quartos, que cobravam 8 U$ pelo uso diário. Troquei uma idéia em espanhol com o único bartender que havia no bar, e por incrível que pareça, ele elogiou meu espanhol. Bebi uma cerveja peruana muito famosa chamada Cusqueñas, que por sinal, era muito boa. Enquanto eu bebia e conversava no msn, um grupo de canadenses mais velhos que bebiam numa mesa próxima, se levantou após pagar a conta e me convidou para sair. Um deles disse em inglês algo como: “Ei o que você está fazendo aí? Desliga esse computador e bora pra farra!”. Mas como eu tinha que acordar às 4h da manhã, tive que negar o convite. Fui dormir.

Como o dia 19 ainda não acabou, depois eu falo sobre ele.

Agora tenho que tomar um banho pra dar um rolé.

Fui!

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estoy listo

Abril 17, 2009

Uma das minhas resoluções para o réveillon de 2007, foi fazer uma viagem memorável, não obrigatoriamente, mas preferencialmente internacional. Eu consegui. Saí do Brasil no final de 2007 e voltei no final de 2008. Foram onze meses de experiências singulares nos Estados Unidos da América. Foi a minha primeira viagem internacional. Foi Foda [vários "F's"].

Amanhã eu embarco na minha segunda viagem internacional. Desta vez, uma estadia menos demorada e um destino mais próximo: uma semana no Peru [o país de nome fálico] [+ wikipédia]. Vamos realizar o sonho do meu pai [mais dele, porém, meu também] de conhecer Machu Picchu e o lago Titicaca [até 5°C eu garanto o meu mergulho. Menos que isso fica foda], o lago mais alto do mundo [3.821 m acima do mar].

O meu plano de tatuar as bandeiras de todos os países que eu visitar está começando a fazer mais sentido para mim. Quando eu chegar a uns 5 ou 7 países, darei início ao processo.

Infelizmente não tive tempo de preparar um testamento, para o caso de alguma eventualidade que ocorra comigo. Então, queridos amigos, torçam para eu não morrer, porque se eu morrer vocês não vão ganhar nada em troca [como se eu fosse cheio de bens].

Pretendo postar mais no decorrer da semana com qualquer novidade boba que aparecer. Digo isso porque se você estiver interessado [a], dê um check it out por aqui. Contudo, se lhe faltar o interesse, não há problema algum: seja feliz e vá cuidar da sua vida em paz [...e tomara que você morra].

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Gmail

Abril 13, 2009

Nunca experimentei um email mais completo que o Gmail.

Ele é bem prático, tem um layout simples e eficaz, disponibiliza cerca de 7 Gb, além de ter um sistema de caixa de spams bem eficiente.

Sempre inovando, o Gmail agora também prevê as mensagens do futuro.

Eram 19h46 quando eu enviei o email. 5 minutos depois, meu destinatário leu a mensagem e pensou em me responder. Porém, eu já sabia o que ele iria dizer, pois a resposta já estava na minha caixa de entrada.

Meu companheiro está me respondendo, e em um minuto, ele apertará o botão “enviar mensagem”. Porém, a suprema tecnologia Google desafia os conceitos do espaço-tempo [na verdade só tempo. Mas "espaço-tempo" soa mais bacana].

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quitando a dívida

Abril 8, 2009

Na décima quarta semana completa de 2009, eu começo esta postagem com um “viva” à internet e aos gravadores de DVD!

A animação Persepolis foi o vigésimo sétimo filme que eu assisti em 2009. Não saberia dizer o que é parecido com esse filme. Nunca vi nada igual. Os traços são bem originais.

A história de Marjane, uma pequena iraniana que sonha com um mundo mais justo, crescendo em meio à conflitos políticos e religiosos. Fala sobre o preconceito sofrido por imigrantes iranianos na europa, sobre a juventude abalada pelo autoritarismo e pelo extremismo, e sobre as guerras travadas no Oriente Médio. Melancólica e bonita, a animação francesa, que é quase totalmente em preto e branco, traz uma pitada de ideias comunistas: num certo momento do filme, Marjane inicia um diálogo com Deus, quando de repente, Carl Marx aparece para dar pitacos. O engraçado é que Deus parece meio cansado das palavras repetitivas de Marx.

Os próximos dois filmes são a prova de que criar muitas expectativas pode ser uma faca de dois gumes:

O campeão do Oscar 2009, Slumdog Millionaire. Conhecido também como “Quem Quer Ser Um Milionário?”.

O filme é bom? Vamos ver: se eu não tivesse lido tantas resenhas, tantas críticas, tantas opiniões boas a respeito de Slumdog, eu diria que o filme é fantástico. Porém, depois de um bombardeio de elogios, acabei imaginando que sentiria a mesma sensação que tive ao terminar de assitir Amélie Poulain [+ aqui] ou High Fidelity [+ aqui] pela primeira vez. Classifico o filme com um singelo “muito bom”. Sim! As atuações são fodas, a fotografia é muito linda e Dany Boyle é um cara que tem o meu respeito, afinal, um dos meus filmes prediletos é obra dele [28 days later]. Mas eu tenho que dizer: eu esperava algo mais fantástico.

Vale muito a pena assisti-lo. Porém, torço para que você não tenha se empanturrado de boas críticas como eu fiz.

Alguns anos atrás, o Shopping Vitória abriu espaço para uma exposição fotográfica do fabuloso Sebastião Salgado, com seu então novo trabalho, Êxodos, o qual mostrava fotos de povos do mundo inteiro. Eu acho impressionante como o Salgado consegue eternizar as cenas mais tristes do mundo de uma forma tão bela. No meio de diversas fotos exibidas ali, estava esta:

Esta foto mostra um duto d’água que passa pela favela de Mahim levando água para os bairros mais ricos de Bobaim, na Índia. Algumas das cenas inciais de Slumdog [que traduzindo para o português seria favelado, ou cão da favela] mostram estes dutos. Foi interessante vê-los numa cena movimentada.

[REC], o terror espanhol que serviu como modelo para o americano “Quarentine”. O vigésimo nono filme de 2009. Permaneceu com o nome original aqui no Brasil.

Em 2002 eu assisti “O Exorcista” pela primeira vez na minha vida. Eu comecei assistir o filme com um medo tão grande de não conseguir dormir à noite, que, de certa forma, me precavi para o que estava por vir. O filme acabou, eu achei ele foda, mas foi só isso. Não me caguei. Em 2009 isso volta acontecer com Rec. Não me borrei novamente, por ter lido um pouco sobre as reações das pessoas a respeito do filme.

Uma  mistura do inovador “Bruxa de Blair”, o infectante “28 Days Later” e o claustrofóbico “Abismo do Medo”. Angustiante e pertubador. Muito bom. Mas esteja preparado.

O trigésimo filme de 2009, Gran Torino. Idem no Brasil. Como o Maurício Saldanha disse no Cabine Celular, o filme de despedida como ator do Clint Eastwood. Mostra um Clint amargo e azedo ao mesmo tempo, destruído pela vida. Mostra também a situação típica de um subúrbio americano cheio de criminalidade causada por gangues.

O Ford Gran Torino [+ aqui] e a atuação do Clint são elogiáveis. Porém, a maioria dos outros atores deixam muito a desejar.

Quantum Of Solace é o número trinta e um da minha lista de filmes de 2009. No Brasil, simplesmente adicionaram o clássico prefixo: “007 – Quantum of Solace”. Daniel Craig é o melhor James Bond da história. Sério! Quem é grande entendedor da poligrafia espiã pode me criticar o quanto quiser, se assim achar que deva. Mas de todos os representantes do agente 007, Craig caracteriza um agente mais maduro, mais cruel, que menos paga de gatão, que não sorri. Ele não tem jeito de um agente que age. Ele simplesmente age. Além do mais, os dois últimos filmes [Cassino Royale e Quatum of Solace] têm as melhores sequências de ação e as melhores direções de arte da história da inteligência britânica.

Minha irmã constuma criticar muito o filmes do 007 por conta dos exageros. Quantum of Solace tem exageros sim. Contudo, eu os classificaria como exageros tragáveis, que sumprem a necessidade dos telespectadores [eu posso chamar de telespectador quem assiste a um filme no cinema ou em casa?] que esperam por isso.

Só achei a trama do filme um pouco confusa. Não sei se é fato, ou se eu estava um pouco destraído, mas as cenas se desenrolavam de uma forma que eu sentia que não tinha entendido alguma coisa. Provavelmente isso deve acontecer pelo fato de haver uma ligação com Cassino Royale, e eu tê-lo assistido a uns 2 anos atrás. Quem sabe? Uma hora eu verifico isso.

Como eu falei na postagem do Gran Torino, o Cabine Celular é um site bem bacana, indicado pela minha amiga Juliana Uliana. Neste website, o visionário Maurício Saldanha faz vídeo-críticas dos filmes que são lançados no circuito do cinema nacional. O Maurício grava sua crítica ainda na sala do cinema, ao final dos longas, com a câmera do seu celular. Legal, né?

Muita gente diz que assiste às críticas do C.C. antes de ir ao cinema. Eu costumo fazer o contrário: eu assisto seus vídeos depois que volto do cinema, para saber se temos opiniões parecidas. Faça como quiser. Assita antes ou depois, mas dê uma conferida, porque é bem legal.

Pronto! Quitei toda a minha dívida.

ppppelículas

Abril 7, 2009

Ainda referente à minha dívida cinematográfica…

My Bloody Valentine Day, o vigésimo quarto filme deste ano. Na terra do Pau-Brasil, Dia dos “Namorados Macabro”. Vamos assistir a um filme 3D? [com óculos 3D, eu digo] Lógico! Eu nunca fui ao cinema ver um filme em terceira dimensão. Então, vamos sim, assistir Dia dos Namorados Macabro. Chegando na boca do guiché do Cinemark do Shopping Vitória, a grande surpresa: as salas não são preparadas para rodarem um filme com a tecnologia 3D. ¬_¬

Não quero perder muito tempo falando desta penúria, mas vamos lá: algum roteirista engraçadinho pegou referências clássicas de filmes de terror/suspense e fez uma piada escrotamente sem graça. No final ele colocou um nome tosco e quis salvar o longa com efeitos 3D… os quais eu não vi merda alguma.

Próximo >

O vigésimo quinto filme do ano chegou aos cinemas de New York em outubro de 2008. Porém, o lançamento no Brasil foi exatamente hoje, 07 de abril de 2009 [de acordo com o imdb]. Nick and Norah’s Infinite Playlist aparecerá como “Nick e Norah – Uma Noite de Amor e Música”, sendo lançado diretamente em DVD. É um filme bem legal, com uma trilha bem bacana e alternativa. Traz jovens atores que seguram muito bem a trama. Nick, interpretado por Michael Cera, [o lendário nerd que engravidou a Juno] sofre de uma terrível dor de cotuvelo e toca numa banda com seus amigos homossexuais. Isso me lembrou um pouco dos rocks com meu grande amigo André e sua trupe alegre.

Numa noite de apresentação, Nick conhece Norah, interpretada pela exótica Kat Dennings, e juntos, numa aventura veicular noturna, descobrem que são bem parecidos um com o outro [ou não].

O meu vigésimo sexto filme de 2009, foi a viagem [high] cômica de Pineapple Express. Chegando ao Brasil como “Segurando as Pontas”.

Ficaria muito repetitivo falar que Seth Rogen é o grande ás da nova comédia estadunidense. Acho que é porque eu ando vendo muitos filmes dele. Anyway… a primeira crítica que eu ouvi de Pinneaple Express veio do meu amigo Willian Cleckner que simplesmente o definiu com a palavra “Hilário”. Concordo com o Willian. P. E. conta a história de um jovem de cerca de três décadas de vida que fuma maconha e se mete em uma confusão escrota [Tadinho dele, dodói da cabeça]. O engraçado é que os fatos vão acontecendo e parece que quem está saindo da realidade é você e não ele. Somente no final do filme é que a gente fica lúcido novamente. Basicamente isso.

Ok, é isso. Tô com pressa porque vou assistir a um filme agora.

Amanhã, como fechará mais uma semana do ano, eu tentarei escrever sobre os filmes que eu vi desde a quarta feira passada. Valeu!

Arnold Hitler

Abril 3, 2009

Meninos têm pênis, meninas têm vagina“. (Um Tira no Jardim de Infância)

mmmmovies

Março 25, 2009

Hoje fechamos a décima segunda semana completa do calendário civil do ano 2009 d.C.

Sem mais delongas:

The Holiday, foi o décimo nono filme do ano de 2009. Chegou ao Brasil como “O Amor Não Tira Férias”. Bonitinho, mas nada de demais. Um “joinha” extra para a profissão do personagem do Jack Black, que é músico de bandas sonoras de filmes hollywoodianos. E um “ovo cozido” pra Cameron Diaz, que tem sempre a mesma cara de pateta em todos os filmes que faz. Fato.

O vigésimo filme do ano, o brasileiro Meu Nome Não é Jhonny, [...o meu nome é João Guilherme Estrela, meritíssima].

O Selton Mello, além de ser um cara bacana e engraçado, é um rapaz muito engajado na cultura cinematográfica brasileira. E eu o admiro por isso.

Neste longa conterrâneo, Selton revive a trajetória de João Guilherme, que foi um jovem bastante popular e se tornou um traficante da zona sul do Rio, registrando histórias fantásticas e tristes [e mostrando mais uma vez que a vida de drogas e crimes não compensa. Não é mesmo, criançada?].

3 coisas:

• As cenas em que mostram a infância do garoto João Guilherme com sua família são ingredientes essenciais para mexer com o meu lado nostalgia, deixando o resultado do filme mais emocionante. É um artifício muito usado, mas que quase sempre dá certo.

• O filme do Selton Mello que eu quero muito ver se chama Árido Movie, que teve muito pouco impacto na cena nacional.

• Selton está rodando um filme no qual interpreta o falecido imigrante brasileiro Jean Charles de Menezes, que em 2005 foi whathafuckmente executado pela Scotland Yard na entrada de uma estação de metrô em Londres. Deve ser no mínimo interessante. [Os americanos chamam metrô de subway. O ingleses chamam de tube. Não ouse inverter as palavras no país em que você estiver]

Em vigésimo primeiro lugar, The Pink Panther 2. Fantasticamente traduzido no Brasil como A Pantera Cor de Rosa 2.

Isso que dá deixar o meu grande amigo Greenshu escolher o filme. Foda.

Você que viu o primeiro filme da série sabe que a única piada memorável foi a do hamburger, certo? Então, que, por falta de piadas memoráveis nesta segunda etapa, eles repetem a da primeira, colocando em cheque sua graça.

Steve Martin é engraçadinho e deve ser um cara muito legal, mas nunca passou disso para mim.

Watchmen

Who watches the Watchmen?

Em time que está ganhando não se mexe, certo? Talvez, pensando nisso, não colocaram nenhuma traduçãozinha escrota para o nome deste filme [apenas adicionaram “– O Filme”, uma vez que todos os filmes estrangeiros que estréiam no Brasil precisam ter uma parte do título em português. O que não me agrada tanto, mas é aceitável]. Talvez, pensando nisso, fizeram uma adaptação formidável, já que foi a única série em quadrinhos da história a entrar para a lista dos cem melhores romances, publicada pela Times desde 1929. Talvez por isso, os fãs da série em quadrinhos Watchmen aclamaram tanto o filme.

Uma coisa que eu não gosto muito de fazer [e não gosto que façam comigo] é criar expectativas, pois as pessoas têm sensibilidades diferentes. O que é bom para alguns não é tão bom para outros. Sendo que muitas vezes eu fui assistir a um filme pensando que teria uma experiência primorosa, quando no final, tudo não passou de mais um filme legalzinho [e olhe lá].

Então, antes de continuar a escrever a minha opinião há cerca de Watchmen, saibam que algumas pessoas me falaram que não gostaram do filme. Acharam ele parado, reclamaram do cara azul que aparece com o piru de fora e blá-blá-blá. Você pode entrar para este time de zé ruelas. E se você o fizer, eu deixo para você o meu sincero foda-se! Por que a minha equipe é composta por pessoas que acharam este filme magnificamente excepcional. Pu-ta-que-o-pa-riu, Jesus me chicoteie!

Eu geralmente gosto muito de adaptações de quadrinhos para cinema, [exceto a de Spawn] mas essa, mesmo que eu nunca tenha lido nada a respeito de Watchmen até antes do assisti-lo, eu achei linda, fenomenal, genial. Saí do cinema com uma vontade tremenda de comprar os quadrinhos.

A trama se prolonga num período vasto que atinge desde o início do século passado e se fixa no ápice da Guerra Fria, quando o mundo se amedrontava com a possível guerra nuclear que poderia acarretar o fim da humanidade.

Watchmen mostra a origem dos heróis e como eles fizeram parte da história mundial moderna. As cenas de abertura mesclam história e ficção de uma forma abusada. As músicas são clássicos da época do quadrinho. E os heróis são mostrados acima de tudo como seres humanos [salvo o Mr. Manhattan, o homem azul que aparece com o piru de fora]. Eles salvam as pessoas, combatem o crime, mas têm interesses políticos, conflitos pessoais, erram, têm medo e às vezes abusam do poder. Todos eles possuem características que se definem muito bem ao longo da história, permitindo o cinemeiro [acredite: esta palavra existe] afinar seus sentimentos aos dos personagens.

Desculpe-me se criei uma expectativa muito forte em você que está lendo, mas eu tinha que falar pelo menos o básico. O resto a gente discute depois que você assistir Watchmen, beleza?

Já assisti o vigésimo terceiro filme de 2009 umas três ou quatros vezes antes: Superbad. No Brasil [assim como Watchmen] adicionaram o sufixo em português deixando o título como: Superbad – É hoje.

Como a Ju [Uliana] disse, é um filme de meninos. Não sei até que ponto ela tem razão, mas não deu outra: eu e meu grande amigo Gaberito rindo das macaquices de Superbad no chão lá de casa. Supimpa! Como eu já disse antes, os filmes do Seth Rogen estão se tornando o novo padrão de boa comédia americana. Sem mais.

Tenho mais três filmes para escrever a respeito, mas vou deixar para uma próxima postagem, senão esta ficará um saco e ninguém vai querer ler até o final.

Se é que alguém realmente a lerá, né?!

[Editado]

“None of you understand. I’m not locked up in here with you. You’re locked up in here with me.” (Rorschach, Watchmen)


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in’s e afins

Março 19, 2009

Daaamn! Mais uma quarta feira que passa e eu não escrevo sobre os filmes que assisti. Estou devendo 7 filmes ao todo. Foi mal aí pela demora, gente, mas tô com hemorróida, aí não consigo me colocar sentado para escrever [eu minto].

De qualquer forma, vou continuar devendo, pois estou me arrumando para dar um rolé com a minha irmã e uns amig0s aqui no Put Fire, January’s River [Botafogo, Rio de Janeiro... pra quem não pegou a piadinha escrota].

Deixo para vocês uma célebre citação do saudoso Charlie Chaplin:

“…” [Chaplin, Tempos Modernos]

*Esta postagem é dedicada à [a crase continua ou não afinal?] minha irmã que debateu comigo as frases do Chaplin, e ao Clodovil que depois de muitos anos de vida, finalmente saiu do coma profundo [+ aqui] [eu sei que não tem graça, mas eu não consigo parar].

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…I’m gonna make it anywhere…

Eu já vinha querendo escrever sobre isso, mas hoje eu me deparei com esta imagem que eu tinha gravada no meu vaio há um certo tempo e comecei a me sentir apto a começar.

Sabe aquele sentimento que você tem quando vai a uma boa exposição de arte ou numa apresentação musical ou teatral? Ou quando você vai ao cinema assistir um novo filme que te altera o estado de percepção das coisas? Que te deixa emotivo? Ou quando você vê uma fotografia que te deixa feliz, que te faz pensar, que simplesmente te cativa? Um sentimento de enriquecimento pessoal. Que te faz fugir da realidade. Na verdade nem é uma fuga da realidade, mas sim uma expansão da própria. When your mind blows up.

Sabe o que seria muito bom? Se alguém inventasse uma bebida, como se fosse um energético naquelas latinhas bonitinhas, que ao tomá-la, ela nos traria esta sensação. Assim, para aqueles que fazem deste sentimento uma necessidade, poderiam viver em qualquer canto do planeta sem sofrer com aquele vazio.

Lembro da primeira paisagem que eu vi ao chegar em Manhattan: o Ground Zero do Word Trade Center, visto ainda de dentro do Path Train. No momento eu não registrei nada, mas fiz questão de repeti-lo com a máquina fotográfica na mão algum tempo depois, para eternizar o momento:

A verdade é que eu sinto muita falta de NYC. Lá eu me sentia culturalmente alimentado. Todos os dias, a todo o momento. Eu andava maravilhado por uma rua cheia de informações interessantes, e quando eu voltava lá na outra semana, eu me enchia de novas informações. A música está em todos os lugares. Clássica, Jazz, Blues, Soul, Rock, Pop, Hip Hop, Rap, Regional, Reggaeton, Reggae, Punk, Club, Tribal, whatever, tudo e em todos os lugares. Nas estações do metrô, nas esquinas, nas praças, parques ou calçadas.

As manifestações culturais são vastas, mínimas, intensas, vagas, transitórias, permanentes, complexas e singelas.  São inúmeras, são aparentemente infinitas. Lembro de uma noite fria, no início do outono, quando eu atravessava a Park Ave, na altura da 56th st, indo em direção ao Central Park, e de longe, o som solitário de um saxofone pedia licença às músicas dos restaurante para explorar a vizinhança. Quanto mais ao oeste eu andava, mais claro e imponente o saxofone se tornava. Na outra esquina, a música tema de Pink Panther que emanava do metal só se misturava às buzinas dos táxis amarelos, e eu consegui avistar o clássico senhor negro com seu sax dourado e o case aberto para os pedestres colocarem um trocado.

Outra vez, eu fazia meu caminho por algum trem que não me recordo no momento, quando um outro rapaz entra e começa a falar alto que não queria atrapalhar a viagem de ninguém, só queria mostrar um pouco da sua voz. Com o espírito independente de um novaiorquino que se preza, logo pensei: “que saco!”. Mas quando o rapaz começou a cantar, aquela voz parecia afagar a minha cabeça me chamando de amigo. Mudou o rumo do meu dia.

Sem contar com o rapaz e seu violoncelo na Washington Square, a oficina de percussão no Battery Park, os violinistas no zoológico do Central Park e as apresentações de street dance, as segundas feiras de Blues Jam no Scotland Yard [que na verdade, fica em Hoboken a cidade do Frank Sinatra, do outro lado do Rio Hudson, no estado de Jersey, mas eles tinham o seguinte dizer na parede: O melhor bar de blues de New York está em Hoboken].

Tanta coisa.

Os museus que precisam de alguns dias para serem visitados por completo, e que quando você acha que viu tudo, alguma exposição móvel já foi substituída.

É fantástico admirar os quadros originais dos maiores artistas que a humanidade já registrou. É fascinante chegar perto de elementos tão antigos das civilizações mais arcaicas do planeta. Visitar um pouco da cultura dos povos que habitaram, ou ainda habitam territórios espalhados nos cinco continentes.

Existe um grupo americano chamado Improv Everywhere [+ aqui]. Eles fazem intervenções curiosas em lugares inusitados. Dá muita vontade de estar lá para vê-las ao vivo.

As duas intervenções deles que eu mais gostei foram a Frozen Grand Central [+ muito bom] e High Five Escalator [+ aqui].

Mas a iniciativa e a coragem de fazer este tipo de intervenção não funcionam somente por mérito dos participantes, mas também pela abertura do público. Eles estão preparados para isso. É incrível. Imagine isso acontecendo em qualquer canto de Vitória, ou até mesmo do Rio de Janeiro. Infelizmente não consigo visualisar um bom resultado.

Pois é. Acredito que esteja na hora de parar de escrever um pouco. Até porque se eu fosse escrever sobre tudo, tudo mesmo, eu precisaria subdividir esta postagem em capítulos.

É tudo o que a imagem daquele texto diz. As culturas, as pessoas, os restaurantes, as locações de filmagens famosas, os parques, a natureza, os sistemas de transporte, a segurança, as pessoas interessantes, o desfile de cachorros bonitos, os loucos, os artistas, os judeus, os latinos, os russos, os brasileiros, os asiáticos, os europeus, os árabes, o starbucks, o glamour, os inúmeros pontos turísticos, o dia e a noite novaiorquina, o sentimento de estar participando daquilo tudo, enfim, é tudo muito New York.

Algumas pessoas que leem o Ócio sabem sobre o que eu estou falando. As demais, eu torço muito para que descubram.

…It´s up to you, New York.

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Preguiça de dormir

Março 4, 2009

Puta fa;ya dfp que fazer///

to figigtamdop se, olharpra ye;a d xp,[iyadpe r se, po;jae [rp ytec;adop. se oljps fecjadps, na bedade. será qie bao dar certp?

Bewre,ps/1,2,3 e j[aL

Aff… bixo. Que droga, heim?! Preciso dar uma melhorada na digitação.

Tradução:

Puta falta do que fazer…

to digitando sem olhar pra tela do computador e sem olhar pro teclado. De olhos fechados, na verdade. Será que vai dar certo?

Bora ver. 1,2,3 e já:

7′up

Fevereiro 26, 2009

Sete coisas:

  1. não assisti nenhum filme nesta última semana de carnaval.
  2. agora que passou o carnaval, Feliz Ano Novo!
  3. esqueci qual era a terceira coisa.
  4. o Sérgio Reis foi preso em flagrante por pedofilia – ele foi pego cantando o menino da porteira.
  5. neste período de festas carnavalescas eu perdi uma quantia de dinheiro que me fará falta, o meu celular e a minha saúde. Mas valeu a pena [ê, ê, valeu a pena, ê, ê...].
  6. também esqueci qual era a sexta coisa. Tá foda, heim?!
  7. estou oficializando, a partir de agora, a mudança do meu sorriso, de dois pontos + parênteses : ), para dois pontos + colchetes : ].

:|

é… tá foda mesmo.

A feeling deep inside.

Fevereiro 18, 2009

Hoje, 18 de fevereiro de 2009, quarta feira, último dia da sétima semana completa do ano.

Consegui ficar uma semana sem beber cerveja, com a intenção de provar a mim mesmo que eu posso. [+Yes, I can.gif]

Mas isso não é importante. O importante [Não! Não é que o banco real da 10 dias sem juros no cheque especial] é que eu finalmente assisti The Bridge, o décimo oitavo filme deste ano. Não sei como foi lançado aqui, de repente nem foi.

Eu postei um pequeno comentário e o trailer de The Bridge no Ócio há um tempão atrás [+postagem], dizendo que a temática me intrigava e que gostaria de vê-lo. Nunca o encontrei em nenhuma locadora, até por isso creio que não tenha sido laçado no Brasil. Mas segunda feira passada eu tive a brilhante idéia de baixá-lo.

O documentário conta com relatos de parentes, amigos e testemunhas de pessoas que decidiram acabar com a própria vida pulando da Golden Gate Bridge, em San Francisco, CA. Existem alguns flagrantes dos suicídios cometidos durante o período da filmagem, em 2004, ano em que 24 pessoas agonizaram entre 4 a 7 segundos no percurso da ponte à água. É um documentário bem interessante e de certa forma chocante.

A Golden Gate Bridge é o local onde existe o maior número de suicídios registrados no mundo inteiro.

Uma motorista após testemunhar um suicídio: When I talked to the highway patrolman, I asked him “Is this a rare occurrence or does this happen a lot?” And he looked at me and he sort of smiled and he said, “It happens all the time.”

O mais interessante nisso tudo é o inexplicável. Aquilo que passa na cabeça da pessoa na hora em que ela toma a decisão final. Qual o sentimento desesperador que a leva até lá? Qual é a sensação de tomar essa decisão e não ter mais como voltar atrás? Perguntas impossíveis de serem respondidas [+google?], tornando os atos impossíveis de serem julgados.

Obviamente o maior problema não é para quem vai, mas sim para quem fica. A dor da perda, o vazio, o sentimento de culpa por não ter conseguido fazer nada para impedir. O sentimento de “eu poderia ter dito mais o quão essa pessoa era especial para mim”.

E este foi o único filme da semana.

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3 em 1.

Fevereiro 13, 2009


Meu último sonho:

Na última noite eu sonhei que o clínico geral da minha família, o Dr. S.M.C, que cuida também de vários parentes meus, e sua seccretária E.F.T [só sei o primeiro nome da secretária, as iniciais que seguem são referentes à Fulano de Tal] estavam com planos de destruir toda a família Furlanetti e Borges juntas.

No final do sonho eu estava reunido com vários familiares e amigos na mansão da minha família, localizada no alto de uma montanha com falésias para o Atlântico em Guriri, para celebrar o aniversário de um primo meu. No final da comemoração, eu e minha irmã pegamos nosso submarino e fomos submersos [parece óbvio, mas na verdade, nada é tão óbvio assim] rumo à Vitória. No meio do caminho, um segundo submarino com formato de caravela  surge das rocas sendo pilotado pelo Doutor S.M.C, que começou a nos seguir dando início a uma perseguição alucinante.

Foi quando o meu relógio natural me acordou dizendo que eram 6h30 da manhã.

Tudo parecia tão real.

0_o

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A expressão “OK”:

A expressão “ok”, como todos devem saber, é de origem da língua inglesa. Na verdade o círculo que precede a letra ‘k’ não é a letra ‘o’ e sim o número ‘0’. Como os americanos muitas vezes pronunciam a letra ‘o’ no lugar do ‘0’, a pronúncia de “zero K” se tornou “ok”.  Por exemplo: a pronúncia do número “101” será quase sempre “one o one” e não “one zero one”.

Agora por que “zero k”?

Numa das diversas guerras em que os EUA participaram, os generais anunciavam as batalhas vitoriosas pelo rádio com a expressão “ok”, que significava “zero kills”. Nenhuma perda. Como se fosse um fatality do Mortal Kombat. “Matamo geral e não perdemo um peão sequer”.

Quem me contou isso foi um peruano, estudante de odontologia que trabalha na apple store de Lima. O grande César Bringas!

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Diálogo:

Ontem eu estava conversando com a minha amiguinha Amandinha e ela disse que estava colecionando diálogos de filmes. Eu contribuí com um que eu acho genial.

No filme “Simplesmente Amor”, existem diversos personagens com histórias paralelas que falam sobre o amor. Numa delas, Sam é um garotinho de uns 11 anos de idade que perdeu a mãe recentemente. Seu padastro, Daniel, nota que Sam está muito calado, muito tristonho e resolve chamá-lo para uma conversa:

Daniel: So what’s the problem, Sammy-o? Is it just Mum, or is it something else? Maybe… school – are you being bullied? Or is it something worse? Can you give me any clues at all?
Sam: You really want to know?
Daniel: I really want to know.
Sam: Even though you won’t be able to do anything to help?
Daniel: Even if that’s the case, yeah.
Sam: Okay. Well, the truth is… actually… I’m in love.
Daniel: Sorry?
Sam: I know I should be thinking about Mum all the time, and I am. But the truth is, I’m in love and I was before she died, and there’s nothing I can do about it.
Daniel: [laughs] Aren’t you a bit young to be in love?
Sam: No.
Daniel: Oh, well, okay… right. Well, I mean, I’m a little relieved.
Sam: Why?
Daniel: Well, because I thought it would be something worse.
Sam: [incredulous] Worse than the total agony of being in love?
Daniel: Oh. No, you’re right. Yeah, total agony.

Não vou traduzir não. Se você não sabe ler em inglês considere que o título desta postagem é 2 em 1 ao invés de 3 em 1.

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Errata nº 01

Fevereiro 12, 2009

Eram 4h14 da manhã no relógio do meu celular, quando eu acordei de um sonho nem tão estranho assim: indivíduos drogados e nus eram fotografados. Depois, iam, sãos, revelar as fotos com um aspecto encabulado no rosto. Uma dessas pessoas era a Julianne Moore com cabelos castanhos. Foi quando eu acordei e me dei conta que faltou o filme mais marcante da semana na postagem passada: Ensaio Sobre A Cegueira.

Esse esquecimento me custou ao mínimo 30 minutos acordado durante a noite, pensando no filme.

Ocupando a décima sétima posição na lista de 2009, Ensaio Sobre A Cegueira, que chegou aos países de língua inglesa como “Blindness”.

Apesar de eu nunca ter lido o livro do Saramargo, alguns fatos me marcaram a chegada deste filme antes de ele ficar pronto para estréia.

O primeiro foi o vídeo no You Tube [+vídeo] do Saramargo e o Meireles ao final da primeira sessão do filme, só para staff. A emoção do portuga me comoveu.

O segundo, foi quando numa noite em que eu estava sozinho na sala de TV da minha antiga casa lá de Jersey, assistindo Adult Swim no Cartoon Network, num intervalo de algum desenho eu vi o trailer do longa pela primeira vez. Fiquei com um aperto no coração de tanta vontade de vê-lo.

O terceiro fato marcante foi a respeito de uma matéria que eu li [+G1] comunicando que a Federação Nacional dos Deficientes Visuais dos Estados Unidos estava preparando protestos em frente aos cinemas nos primeiros dias de exibição nacional de Blindness. Povo ignorante dos infernos, morram.

Filme foda. Fiquei sabendo de críticas ruins, mas a minha crítica é a melhor possível. Não posso dizer se o Meireles fez ou não um bom trabalho de adaptação, pois como eu já disse, nunca li a obra do Saramargo. Mas partindo do material que eu vi anteontem na minha sala de TV… clap, clap, clap. Tudo muito bem feito.

Os personagens não são identificados por nomes em momento algum. São todos seres humanos, uns mais, outros menos egoístas, mas, todos lobos do próprio homem.

Detalhes de plano de fundo enriquecem as cenas ricas em cheiro de merda.

Um dos melhores filmes que vi este ano, até agora.

Como eu pude esquecer?

Yes, Yes, YEAH!

Fevereiro 11, 2009

 

When she walks she strings her arms, instead of her hips.

When she talks she moves her mouth, instead of her lips…

[... essa música é muito legal, gente].

Let Me Go – Cake.

Chegamos à sexta semana completa de 2009. Dá-raaá! E a contagem dos filmes que eu assisti este ano continua:

O meu décimo quinto filme de 2009 foi a comédia Four Christmases, que chegou no Brasil como “Surpresas do Amor”. Com a Reese Whiterspoon e o Vince… Vaughn. Serei breve: engraçado, porém ruim. A não ser que você queira muito, mas muito mesmo ir ao cinema e não há nada de novo que você não tenha visto, entre na sala 8 do cinemark por esses dias. Caso contrário corra. Corra para longe. Sem mais.

Em décimo sexto lugar, Yes Man. Chegando como “Sim, Senhor” no nosso querido e amado país, o Brasil.

De agora em diante, quero dizer sim para todas as oportunidades que a vida me oferecer. Exceto experiências homossexuais, degustação de excrementos ou seres vivos em geral, drogas com alto poder de vício e suicídio.

Ouvi muita gente falando ao final da sessão que “era apenas mais um filme de caretas do Jim Carrey”. O negócio é que eu estava bem ansioso para ver o Jim Carrey e suas caretas novamente. As pessoas podem estar enjoadas, mas eu ainda me divirto com ele em filmes do comédia. Ele também manda muito bem em outros gêneros. “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” e “Cine Majestic” que o diga.

Agora o que mais me chamou a atenção foi a fofureza incondicional da Zooey Deschanel. A Ju [...Uliana Celestino] já tinha me falado que ela era fofa. Concordo, assino em baixo, reconheço firma em cartório e tudo mais.

Já tinha visto um outro filme com ela chamado Failure to Launch [que eu não vou procurar o nome em português porque tenho uma força centrípeta agindo em mim chamada preguiça] e também tinha visto [porém não me recordava] um clipe clássico com a senhorita Deschanel. Guess wich?! [+ aqui]. Outra prova de sua fofura é a bandinha dela [também apresentada para mim pela Ju] chamada She & Him [+ vídeo]. Nada a ver com a banda dela do filme, que também tem bastante talento envolvido.

Bem, creio que seja isso.

Foram apenas esses dois, os filmes que eu vi nessa última semana.

Dúvidas? Não? Não?

Então acabou.

É só isso mesmo.

Pois é.

A gente se vê, então.

Valeu!

Tem como terminar uma postagem de uma forma mais sem graça que esta?

Não consigo imaginar.

Daaammmn!

Abdução

Fevereiro 10, 2009

Caros amigos, “à toas”, leitores do Ócio, quando vocês se depararem e se incomodarem com algo escrito erroneamente neste blog, por favor, me comuniquem.

Não sou uma gramática e nem um dicionário personificado [longe disso], porém, sou um grande apreciador da nossa língua portuguesa. Gostaria até mesmo de tomar algumas aulas de português neste momento da minha vida, já que nunca é demais aprimorar os conhecimentos nessa área.

Infelizmente não me dou muito bem com livros, uma vez que a minha concentração não me ajuda muito. O último livro que li, foi iniciado em meados do segundo semestre de 2007 e terminado em meados do primeiro semestre de 2008. “O Triângulo”, do inglês Ken Follet. Não eram nem 400 páginas de leitura e eu tomei todo este tempo para finalizá-lo. Falava sobre espionagem entre egípcios, israelenses e palestinos. Depois deste “best seller”, comecei a ler “Mitos e Lendas: Heróis do Ocidente e do Oriente” do Antônio Furtado e “Death With Interruptions” do José Saramargo. No primeiro, o autor citava algum herói mitológico, dissecava-o e depois transcrevia a tradução da história original contada da forma mais arcaica possível. Incrivelmente chato. De repente se eu fosse uma pessoa com ótima capacidade de concentração, como eu já disse, conseguiria me dedicar e me divertir com ele. No segundo livro, “Death With Interruptions”, eu caí na besteira de treinar o meu inglês com um livro de ninguém mais ninguém menos que José Saramargo, que mesmo em português é uma leitura difícil. Muito interessante a forma de escrever desse Portuga. Ele escreve parágrafos gigantescos mesclando narrativa e diálogos que são delimitados por vírgulas e alguns poucos pontos. Porém nem todas as vírgulas têm o mesmo papel. Algumas funcionam como uma vírgula normal:

“The state will try to survive, although I very much doubt it will, but the church, The church, prime minister, has grown so accustomed to eternal answers that I can’t imagine it giving any other kind, Even if reality from the outset, and yet we’re still here, What will the pope say, If I were pope, and god forgive me the ridiculous vanity of imagining such a thing, I would immediately issue a new thesis, that of death postponed, With no further explanations, The church has never been asked to explain anything, our specialty, along with ballistics, has always been the neutralization of the overly curious mind through faith, Goodnight, your eminence, see you tomorrow, God willing, prime minister, god willing…” (pág. 12)

De qualquer forma, não tive paciência para continuá-lo. Mas a minha preocupação com a língua portuguesa atravessa as fronteiras da escrita. Nem vou dizer que acho muito bonito quando encontro uma pessoa que fala tudo muito corretamente [até porque às vezes é um saco], mas, fico chocado quando converso com pessoas que falam tudo muito errado. Agora você vem e me pergunta: “Ei, Tiago! Como é trabalhar numa loja de materiais de construção em Guriri?” E eu te respondo: “O meu ouvido sangra”. Sabe o que mais me preocupa nisso tudo? O homem é produto do meio e cedo ou tarde eu vou começar a falar errado.

:/

Me parte o coração saber que esse problema já chegou na minha casa. Meus pais soltam cada uma de vez em quando, que me entristece. Logo meu pai, que ao contrário de mim, é um leitor assíduo e costumava nos corrigir. Então, que o jeito é tentar ser o mais resistente possível, e sempre que tiver a oportunidade, conversar com pessoas que sabem usar o plural, que sabem que mim não faz nada, e que o pedaço de cano não está “trevessando” a parede, mas sim “atravessando”.

No mais, na última quarta feira eu não escrevi sobre os filmes da semana, porque não existiu nenhum. Passei a semana fugindo da realidade me embebedando com velhos e novos amigos. Revitalizante!

Então tá então.

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Inú~ Há!

Janeiro 30, 2009

To mentindo?

Não há nada melhor [na verdade há sim. Existem diversas coisas melhores que isso, mas, para dar uma ênfase., né?] que almoçar aquela comidinha gostosa, home made, comer até ficar pesado e logo após, enfraquecer-se voluntariamente num aninhamento consolatório, suavizado, da estrutura corpórea [tirar uma sesta, tirar um ronco, dormir].

Influenciado por este bem estar, eu passei a praticar a sesta de 15 a 20 minutos não só depois do almoço, mas depois do café da manhã também, aproveitando que a cama ainda está aconchegante e o quarto ainda está fresco.

Por isso, eu recomendo e convido você, caro amigo, a entrar nessa onda, que virou mania nacional [a sensação da garotada!].

Acorde mais cedo [que seja], tome seu café da manhã e volte para a cama para mais 15 ou 20 magníficos minutos de diminuição da tensão mental.

É isso aí, champs! Jóia pra você!

[Esta postagem manifesta um agradecimento especial à Aurélio Buarque de Holanda Ferreira e seu orientador educacional].

Senhoritas e senhoritos,

Não vou me prolongar, porque to com uma preguiça fudida de ficar aqui escrevendo. Então vamos aos filmes da semana:

O décimo filme do ano foi Man About Town. No Brasil, “Um Cara Quase Perfeito”. É um filme bonitinho, tem cenas bonitas e tocantes, porém rola uma traminha meio besta no meio. Adorei as cenas em que o pai do personagem do Ben Affleck aparece. Só isso mesmo. Next.

O décimo primeiro filme dessa temporada Harold & Kumar Escape From Guantamano Bay. “Madrugada Muito Louca 2″. Comédia bem adolescente/idiota. Dois amigos retardados, um de origem indiana e outro de origem chinesa, são confundidos com terroristas dentro de um avião. Eles são mandados para uma prisão chamada Guantámano, que fica em Cuba, e é onde eles jogam todos os terroristas e aspirantes a terrorista presos pelo governo norte americano.

O engraçado é essa prisão realmente existe.

O décimo segundo filme de doismilenove, o excelentíssimo, o “já ganhou“, The Curious Case of Benjamin Button. “O curioso Caso de Benjamin Button”. Tradução perfeita do título [Parabéns para os envolvidos em tal proeza]. São quase 3 horas de emoção. Altamente recomendado. Eu, que sou nostálgico, só não chorei no cinema porque… eu estava no cinema. Se eu estivesse assistindo sozinho em casa, seria easy.

By the way, viva a indicação póstuma de Ledger para melhor ator coadjuvante. VIVA!

O filme que ocupa a décima terceira posição na minha lista de 2009, 28 Days Later. No Brasil, chegou como “Extermínio”. Um dos meus filmes prediletos. O Melhor filme de Zumbis que já rodado neste planeta. A sequência, 28 Weeks Later, também é muito foda. Mas não foi a primeira, nem a segunda e nem a terceira vez que eu vi este filme. Eu comprei o DVD desta obra prima e acabo assistindo esporadicamente. viva os Zumbis. VIVA!

O filme de número 14, deste ano foi Orange County. Ou “Orange County: Correndo Atrás do Diploma” no Brasil. Muito legal. Eu comecei a ver este filme a cerca de um ano atrás, na casa da Rachel, namorada do Kevin, lá em St Cloud. Porém o alto nível de ‘all cool’ no meu ser, me deixou completamente impossibilidade de termina-lo. Então que neste último domingo ele surge novamente para mim. É um filme bem americano que fala muito sobre a entrada para a faculdade. Muito legal.

E cá pra nós: Jack Black é muito engraçado, cara. Na moral.

Por essa semana é só, pessoal. ;D

Menos um brother no mundo.

Janeiro 26, 2009

Anteontem eu conversava com algumas pessoas da Gazeta e eles falaram de alguém com o sobrenome Rossi. Erroneamente eu entendi Padre Marcelo Rossi, que por causa do padre cantor, colocamos este apelido no nosso amigo Marcelo Rossi, jornalista formado pela UFES.

Hoje, por email, recebi a notícia de sua morte:/

Tive boas experiências com esse figura, que já foi meu vizinho e companheiro de barraca de camping.

3rd Week

Janeiro 21, 2009

Post dedicado completamente ao final da terceira semana de 2009 e os filmes vistos durante este período:

E o quarto filme do ano foi Iron Man. O Homem de Ferro no Brasil.

Marvel Comics Rules!

Tony Stark Rox!

Não vou falar sobre Tony e o Iron Man, porque é um personagem razoavelmente conhecido. Porém se você não o conhece, tome vergonha na cara e vá ver este clássico Marvel Comics. Em alguns momentos surgem detetives de uma organização secreta para investigar o seqüestro de Tony Stark, eles se apresentam dizendo que são da “Supreme Headquarters International Espionage Law-Enforcement Division”, e todos dizem que eles precisam arranjar um nome novo. No final um dos detetives apresenta o nome. E qual é? S.H.I.E.L.D. Eu pirei neste momento. A organização tão conhecida no mundo Marvel comandada pelo Coronel Nick Fury. Lembro da minha infância, quando eu vinha para Guriri nas férias e gastava meu pobre dinheirinho na peixaria do Seu Mário (não é o Mário que você está pensando), onde havia um fliperama do Nick Fury e do Vingador vs Rei do Crime. Outra “deixa” no filme é o amigo de Tony, James Rupert Rhodes que aparece sozinho no laboratório do Stark, vê armadura prateada e, sorrindo, diz algo como “você fica pra mais tarde”. Nos quadrinhos, Rhodes se torna War Machine usando uma armadura similar à do Iron Man, porém prateada.

Duas observações extras a respeito de Iron Man: uma é que o filme foi lançado nos EUA no dia 2 de maio do ano passado. Dia do meu aniversário. Outra é que a Gwyneth Patrol está uma fofureza sem tamanho como Miss Pepper, a fiel assistente do Stark. Marvelous!

O quinto filme deste ano foi o recalcado John Rambo. Ou Rambo IV.

Desta vez Rambo está num pobre país do sul asiático trabalhando como barqueiro, fugindo do seu passado sanguinário. Porém no país vizinho está acontecendo um genocídio escroto cometido por militares. John não tem nada a ver com isso e nem quer ter, mas como sempre, alguém vem importuná-lo pedindo ajuda. Desta vez um grupo de missionários americanos que veem pedir uma carona pelo rio até uma aldeia no tal país vizinho. John os deixa no local referido e volta pra casa. Os energúmenos são seqüestrados. Uma semana depois vão encher o saco do patola novamente, pedindo mais ajuda [Povo chato pra caralho]. John vai levar um grupo de assassinos mercenários contratados pela paróquia a fim de resgatar os retardados que foram antes. Acaba que Rambo se junta aos mercenários e começa a matança. O filme poderia se chamar “As Aventuras Rambo E Seus Amigos Serelepes”. Se você não curte filmes violentos que mostram armas de abater helicópteros arrancando membros humanos, mantenha distância. Mais do que nunca, Rambo está com o Foda-se ligado e matando igual a um animal predador.

O sexto filme do ano, o mal caráter, o temido, o filho da puta, Scarface. Idem no Brasil.

Al Pacino fez um trabalho excepcional como Michael Corleone em The Godfather e The Godfather: Part II em 72 e 74 respectivamente. Em 83, ele fez outro trabalho estupendo: Tony Montana em Scarface. Um criminoso cubano que imigra nos EUA por Miami e começa sua carreira numa máfia adubada de mortes, dorgas e deficiente de escrúpulos. Em 90, Al volta a interpretar extraordinariamente Don Corleone. A questão é que o indivíduo nasceu para fazer sucesso na pele de mafiosos. Corleone e Montana não tem nada a ver um com o outro. Um tem classe. O outro tem crueldade correndo nas veias. Alguns detalhes referentes a Scarface podem ser notados no jogo Grand Theft Auto: Vice City, como a mansão que Tony conquista e passa a morar, e assassinatos com serra elétrica. Creio que devam existir mais referências no game, mas faz tanto tempo que eu joguei…

Li recentemente que a palavra “fuck” foi proferida mais de 180 vezes. Algumas fontes dizem que foi ainda mais vezes. Além disso, há rumores que a banda Blink 182 escolheu tal número em homenagem à quantidade de “fucks” ditos em Sacarface. Vai saber, né?!

O sétimo filme de 2009, The Darjeeling Limited, ou Viagem A Darjeeling.

Na locadora daqui de Guriri, a gente pega três filmes de catálogo e ganha um quarto. No meu caso o quarto foi T.D.L. Nunca nem tinha ouvido falar, mas me chamou a atenção pelo colorido da capa. Fui ver os atores e me deparei com Owen Wilson, que é mais famosinho; Adrien Brody, que fez O Pianista (que por sinal, eu não vi); e Jason Schwartzman, de I Heart The Huckabees e Garota da Vitrine. Nem li a sinopse direito e peguei o danado. Olha… bem legal, tá? É uma comédia, aventura, drama, que fala sobre três irmãos que estão se reencontrando na Índia para uma viagem espiritual após um ano sem se falarem. Cenas bonitas de uma Índia pitoresca. E uma participação curiosa de Will Murray também. Recomendo.

Em oitavo lugar, The Goodfellas. Os Bons Companheiros, como é bem conhecido no Brasil, é mais um clássico sobre máfia. Baseado na história real de Henry Hill (Ray Liotta), que cresce no Queens, NY, numa vizinhança repleta de mafiosos. Desde a adolescência, ele sonha em entrar para a máfia. E assim o faz. O filme fala sobre crimes, golpes, assassinatos, drogas, lealdade e traição.

De acordo com os filmes de máfia que eu vi, não é muito bom entrar para o mercado das drogas. Isso eu aprendi e pode ser bem útil no futuro, quando eu chefiar minha própria família na máfia italiana.

Filme muito bom.

O nono filme, The 40 Year Old Virgin. Também conhecido como O Virgem de 40 anos.

Esses caras são demais. Superbad, Knocked Up, Forgetting Sarah Marshall, eu considero isso é um currículo bem legal de filmes de comédia. Podem ser filmes para garotos como a Ju disse nos comentários do post “2009”. Realmente eles fazem uso de uma linguagem bem masculina, além de contarem histórias sobre garotos e problemas de garotos. Meu único desagrado, é que sempre que eu olho para o Steve Carell eu lembro do Micheal de The Office. De certa forma os personagens se parecem um pouco. Tem uma cena em The Office que Michael revela para as cameras algo como “as pessoas precisam ter perseverança. Eu fiquei vinte e cinco anos da minha vida sem fazer sexo. E depois mais sete“.

Minha irmã me disse que a cena em que Andy vai depilar o peito é “verdadeira”. Ele realmente depilou e sentiu muita dor, coitado. :(

Falando de comédia, vocês sabem quando será lançado aquele novo do Jim Carrey? Yes Man? Deve ser hilário.

Assisti mais dois filmes ontem, mas vão ficar pra próxima semana. To cansado de escrever.

Valheu!

Deaf

Janeiro 20, 2009

Liberta, Dj…

Indo para Prado com meu amigo Greenshu logo depois do reveillon em Itaúnas, passávamos por Texeira de Freitas, BA, ouvindo a rádio local. Eis que surge o anúncio da programação de reveillon da cidade falando o nome de todas as bandas de axé e pagode que tocariam no trio elétrico. Nomes grotescos começaram a surgir dos alto falantes. Não guardei o nome das bandas, exceto um. Banda Carro de Playboy.

0_o

Por que tanta gente gosta desses carros com alto falante atolado até no cu do motorista e eu não?

Existe um bastardo que tem uma filha com a minha vizinha de frente aqui em Guriri. Esse inconveniente é dono de um Volkswagen Gol, daquele modelo antigo, quadradão, todo bem cuidado, com saias em todo o corpo, aerofólio e o cacete a quatro. Ele chega nos fins de semana, estaciona o carro na frente da casa da minha vizinha [que por um acaso é a frente da minha casa também] e liga o som do carro [que realmente é potente à vera] na maior altura do planeta. Adivinha qual o estilo musical preferido do cabaço? Bossa Nova.

Há! Pegadinha do malandro. É Funk mesmo.

Neste último domingo, quando isso aconteceu, eram umas 10h30 da manhã e eu estava assistindo Scarface quando o indivíduo começa a fanfarrice. Eu me levantei do sofá para dar uma olhada pela janela e o vi brincando com o bebê, que tem menos de um ano de vida, em cima do carro.

É muita falta de noção ou eu sou muito careta?

Hoje pela manhã, eu estava trabalhando quando o maníaco chega com o carro e começa a mostrar sua aparelhagem sonora para uns dois outros companheiros de fanfarrice. Juro pra vocês: aquela porra é muito alta.

Não é que o camarada que trabalha aqui comigo me vira e fala “ah eu com um carrinho desses”.

Aff.

Meu atual sonho de consumo é uma pistola… com um silenciador.

 

Fail

Janeiro 17, 2009

Fail.

Ah gente… o amor! Ele se camufla de formas tão belas, né?

Como músicas canalhas, por exemplo.

As declarações de amor musicais mais canalhas que eu já tive o prazer de escutar foram:

Convite de Casamento, do Gian e Giovani.

Essa ao contrário das outras, é uma canalhice da personagem coadjuvante para uma terceira pessoa. O personagem principal participa da situação de uma forma sutil, tirando onda de emo pelo erro de outro:

“Num cantinho
Rabiscado no verso
Ela disse:
’Meu amor eu confesso
Estou casando
Mas o grande amor
Da minha vida é você’…”

Porra… a mulher está prestes a subir no altar, e declara o seu amor a um terceiro? E o pior, no convite do casamento. Puta falta de consideração, heim?

Duas Paixões, do grupo de pagode Bokaloka.

Primeiramente, olha o nome da banda. Bo-ka-lo-ka. Não se pode esperar nada de bom de um grupo desses. Na moral. Me chame de preconceituoso, mas eu chamo isso de encarar os fatos. Bokaloka é nome de filme pornô e não de um grupo romântico.

O meu camarada Greenshu que contribuiu com essa pérola magnífica:

“Namorar com duas é um perigo
Tem que tomar cuidado com o que vai dizer

Adoro minha namorada
Que é minha amiga e eu a conheço bem
Mas desejo uma morena linda
Que já faz parte da minha vida
Eu sempre digo que a amo meu bem
Eu nunca digo isso pra ninguém
Mas se estou com minha namorada
Eu digo também…”

Incrível!

Agora, eu diria que a mais canalha de todas é Depois do Prazer, do Só Pra Contrariar.

Alexandre Pires é um mestre da canalhice sem igual. Ele cantava fazendo aquela cara de “estou sofrendo por amor” e a mulherada ia ao delírio.

“Tô fazendo amor com outra pessoa
Mas meu coração vai ser pra sempre teu

O que o corpo faz, a alma perdoa
Tanta solidão, quase me enlouqueceu

Vou falar que é amor
Vou jurar que é paixão
E dizer o que eu sinto
Com todo o carinho, pensando em você”

Fantástico, meu amigo. Fantástico!

Eu não consigo pensar em nada tão canalha e talentoso ao mesmo tempo.

Mais alguma pra lista?

Um beijo para todas as garotas lindas que lêem este blog.

Amo todas vocês!

;*

shduAhsduhaudahasudhuas…

Oi?¿!O

Janeiro 14, 2009

Que dia chato, minha gente.

Eu saí ontem da rodoviária do Rio às 23h30 e cheguei na de Vitória às 7h30. À tarde, eu entrei no ônibus às 16h30 e cheguei em São Mateus às 20h45.

Não foi um dia legal, sabe? Eu odeio ônibus. A não ser que o destino da viagem seja um lugar desconhecido, que eu esteja indo descobrir e tals… mas viagens ‘São Mateus x Vitória x Rio de Janeiro’, estão todas muito manjadas.

Na verdade só vim escrever sobre o único filme que eu vi nesta segunda semana de 2009:

O terceiro filme do ano foi The Incredible Hulk. Ou “O Incrível Hulk” aqui no Brasil. Nada a ver com o de 2003. Esse é mais instigante. Mostra o meu querido Edward Norton como Bruce Banner, e no final uma participação mais que especial de Tony Stark, o Iron Man. O que me deixou muito mais louco de vontade de ver o filme dele.

Pois é… essa semana foi bem devagar nos filmes, mas pelo menos dei uma exercitada na minha vida social. Como eu estou com sono agora, depois eu falo mais sobre isso. Boa noite para todos, e que bons filmes venham a nós.

Amém!

Insane

Janeiro 13, 2009

Postagem rápida, já que eu não consigo me concentrar nem para dormir e só faço aumentar as minha olheiras

Ontem eu lembrei de uma postagem que eu fiz no antigo Ócio a um tempo atrás, para ser exato no dia 24-04-07. Oras, eu falava de conversas de elevador, que são quase sempre a respeito das condições do tempo – “Como estão quente esses dias, não é mesmo?”. Por que o assunto é sempre esse? Porque é algo comum a todos. Ninguém, dentro de um elevador, vira para você e puxa assunto dizendo “estou enfrentando dificuldades em coletar amostra das minhas fezes para fazer um exame”, quando a reação em resposta mais amigável que eu posso imaginar seria o silêncio. Até porque se eu fosse abrir a boca para responder uma investida dessas, sairia algo parecido com “mantenha-se longe de mim, campeão”.

Sexta-feira passada, alguma vizinha minha comentou quando entramos junto no elevador: “esse tempo está louco, né? Chove num dia, faz calor no outro, faz frio no próximo…”. Tudo bem… é uma conversa amena, ninguém sai ganhando ou perdendo, você nem precisa pensar muito no que falar. Balançando a cabeça positivamente falando “é verdade, é verdade”, está de bom tamanho.

Porém…

Ontem, tive a excelente idéia de pegar um taxi no Rio de Janeiro afim de seguir para o Shopping Rio Sul. Eu entro no veículo – “Boa tarde! Shopping Rio Sul, por favor” – e o taxista deixa a sua réplica – “Eu não pego ninguém nesse Shopping mais… tem um cara que trabalha com os taxis lá que é um filho da puta… eu levo as pessoas lá, mas se alguém precisar de mim pra sair de lá vai morrer esperando… eu odeio esse trânsito… já briguei várias vezes… o cara sai do carro e já chego na porrada…. arrebentei a cara de um playboy na semana passada… eu tenho 57 anos e dou porrada em qualquer um que mexe comigo no trânsito… eu dou 44 socos em 14, 16 segundos, por aí… mais cedo ou mais tarde alguém vai querer bater em você e você tem que estar preparado… filho da puta! Tá buzinando por que?…

Foi uma viagem agradável, produtiva e cheio de pensamentos positivos. Nós trocamos e-mails e seguimos nossos caminhos.

Eu só pergunto por que diabos eu mereço isso, cara? Já chega as minhas neuras, problemas e falta de amor por desconhecidos, o cara vem e piora tudo. Taxista filho de uma puta sem costumes, eu não gosto de você. Away!

Porque o senhor taxista não se limita a ficar calado, ou simplesmente fazer algum comentário delicado a respeito do tempo? Porque ele é um baita escroto desprezível.

Ok! Agora, mais uma vez, vou tentar dormir. Tenho que pensar em coisas boas, parar de fazer esforço para o sono chegar de vez. Tenho que manter minha mente trabalhando vagarosamente de forma constante até atingir o estado linear do sono…

…ou não.

 

2009

Janeiro 7, 2009

Começamos mais um ano do resto de nossas vidas.

Adoro o Reveillon. Para mim é o melhor feriado de todos os tempos. Melhor que Carnaval, Natal, Semana Santa… Se bem que as Semanas Santas já renderam ótimas viagens com minha família, como Chapada Diamantina, Serra do Cipó, Pico da Bandeira… é sempre bom fazer esse tipo de viagem com eles. Eu fico feliz, meus pais ficam felizes, minha irmã fica feliz, e os comerciantes donos dos estabelecimentos nos quais nós gastamos nosso dinheiro ficam felizes as well.

Mas o Reveillon é diferente de todos eles. Eu realmente tenho essa coisa de mais um ano terminando e outro cheio de possibilidades começando. Exceto 2007/2008 que eu passei num bar chamado Red Carpet em St. Cloud, MN, todos os outros feriados de fim de ano, eu passei numa praia. Não foram em praias diferentes não, mas só o fato de estar descalço pisando na areia, pra mim é um momento delicioso. O dia que vai ficar na minha cabeça para o resto do meu ano.

Sei lá… coloquei na minha cabeça que, assim como o Natal é uma data feita para passarmos com a família, o Reveillon é um feriado que a gente tem que passar muito bem, com pessoas que a gente gosta, num lugar bom, feliz.

Hoje, dia 07 de Janeiro de 2009, termina a primeira semana do ano.

Não vou dizer que foi a melhor semana da minha vida não. Começou bem. Eu e meu grande amigo Greenshu saímos de Itaúnas onde passamos o Reveillon, e fomos para as lindíssimas praias de Costa Dourada, Coqueiros e Sossego. No final do dia paramos em Prado, BA. Infelizmente, ‘gripe + mal tempo > espírito aventureiro’. Voltamos para Guriri, onde começou a parte chata da semana. Foi quando bateu a maior ‘leseira’ no meu ser, a maior desmotivação e falta de humor. Começou o ano de verdade, e depois de um Reveillon com pensamentos positivos, cheio de metas para o ano, como assistir O Rei Leão e conseguir em emprego de diretor numa multinacional em ascensão, a vida começou e eu não soube qual passo tomar. Tenho opções sim, porém nenhuma que eu olhe com paixão e fale “puuuuutaaaa que pariiiiuu mermão… eu quero muito que isso aconteça e vou correr atrás disso agora mesmo”. Não… não rolou a combustão inicial ainda. To meio perdidão, sabe? E o pior é quando as pessoas chegam perto de mim e perguntam “e agora?”. Ah Bixo! E agora? E agora sei lá. Eu sei o que eu não quero, se é que eu estou numa boa posição para não querer alguma coisa, né? Mas o que eu quero é que é o maior problema. Eu quero é tomar café, comer boa comida, tomar bons vinhos, ficar em casa assistindo um bom filme, conversar com os amigos, fazer tudo isso que é muito bom de fazer sem ter a consciência perturbada pelo fato de nada disso ter um futuro promissor.

Depois que cheguei da viagem para Itaúnas eu assisti (2ª vez em num período de dez dias) Ferris Buller’s Day Off, ou Curtindo a Vida Adoidado. É sem dúvida nenhuma um filme inspirador, que todos deveriam assistir pelo menos 2 vezes ao ano… tipo ir ao dentista, sabe? O mestre Ferris diz que a vida passa muito rápido para deixarmos ela passar sem a di-ver-são. Então, caros colegas, eu até acho que me divirto bem, sabe? Pretendo me divertir muito mais neste ano. Mas só vou ficar mais em paz, mais relaxado mesmo, quando eu começar a enxergar uma solução palpável para o meu incomodo. Quando eu compreender o que eu quero fazer e passar a correr atrás disso.

A vida passa muito rápido e a gente tem que se divertir, mas se não trilharmos nossa vida de uma forma coerente, ela vai passar de uma forma muito superficial, sabe? É nisso que eu acredito.

No mais, eu vou tentar fazer uma coisa diferente no Ócio neste ano. Vou escrever aqui todos os filmes que eu assistir no final de cada semana. Não nos finais de semana, mas no final de cada sete dias subseqüentes do dia 1º de janeiro de 2009. Tipo hoje.

O primeiro filme do ano foi Ferris Buller’s Day Off. Curtindo a Vida Adoidado. Um filme que dispensa apresentações. Clássico da Sessão da Tarde. Fodástico. Lendário.

O segundo filme do ano foi Forgetting Sarah Marshall. Não sei o nome dele aqui no Brasil., mas o Google deve saber…  Caralho! O nome no Brasil é “Um Belo Par de… Patins”. O que custa simplesmente traduzir o título, gente?!

Whatever… este filme marcou pelo fato de quando eu cheguei em New York no ano passado, os táxis, estações de metro, cartazes, estavam repletos de teasers (aquelas propagandas misteriosas que anunciam sem falar o que é o produto ou o anunciante) deste filme. Gostei do Filme. Engraçadinho. Dos meusmos caras de Knocked Up e Superbad, que eu também não sei os nomes no Brasil, mas que são bem legais. Fala de amor, superação, traição. Veio em boa hora.

Por hoje é só pessoal. Espero não abandonar muito mais o Ócio Cultural como estive fazendo nos últimos dias.

Agora vou nessa porque meus pais e minha irmã estão me esperando para darmos uma caminhadinha na praia.

;)

Filmes Ordinais

Dezembro 3, 2008

O Sétimo Selo

Como grande fã da sétima arte que sou, num desses dias de completa inércia, me deu uma pontada na cérebro e eu comecei a listar os filmes ordinais. Tipo:

Meu Primeiro Amor

Segundas Intenções

O Terceiro Olho

O Quarto Poder

O Quinto Elemento

O Sexto Sentido

O Sétimo Selo

O Oitavo Passageiro

A partir daí começou a ficar meio difícil, mas se alguém quiser contribuir com a lista, faça-o.

;*

Então que eu tirei três dias de folga simultâneos. Na verdade mesmo, não fui eu quem quis tirar esses dias, até porque eu quero mais dim-dim e não tenho a liberdade de ficar recusando trabalho. Porém, como eu trabaho num restaurante judeu, e nessa última segunda feira eles comemoraram o início do ano 5.769 - Isso que é um povo a frente do nosso tempo - tivemos os feriados festivos dessa galera que se veste de preto.

E os feriados se estendem até quase o final do mês. Vou trabalhar cerca de três dias por semana até o fim de outubro.

No intuito de economizar a grana, passei grandessíssima parte desses últimos dias em casa me distraindo com nerdísses, tais como, ediatando este vídeo:

“3 meses de Minnesota”

Com fotos e vídeos feitos entre 02 de dezembro de 2007 e 17 de março de 2008, da minha vida.

Mas tomem CUIDADO com essas cenas: Tirem as crianças da sala, pois vocês estão prestes a presenciar cenas com alto teor de malandronina.

Os 3 Ms:

Setembro 15, 2008

Senhoras e Senhores, eu vos apresento os 3 Ms do dia 15 de setembro de 2008:

- Mercado mundial em crise;

- Morte do Rick Wright, tecladista do Pink Floyd;

- Máquina de fazer Big Bang.

Ok! Tudo bem que a Máquina de Big Bang não é uma notícia de hoje, mas eu fiquei sabendo a pouco tempo atrás e ainda estou  Ô_ô  OMG! PQP! WTF? WTH!? Mas que p…!?!!11onze!

Mas tá de boa… vamos ver no que vai dar, né?

Ou não! É possível que criemos um buraco negro que sugue o planeta num ‘click’. Melhor assim, ninguém sofre com a morte de ninguém… pois todo mundo vai morrer ao mesmo tempo, certo?

Enquanto isso, divirtam-se com o rap do LHC – Large Hadron Collider. [you tube]

Sexta feira passada foi meu day off (dia de folga). Saímos eu e Nataly até lá no ‘West Village‘ (Vila Oeste) pra ela ir numa entrevista de emprego num restaurante.

Enquanto ela estava na entrevista eu dei uma volta pelas ruas por perto. Aquela região é bem legal… vários bares, cafés e restaurantes bem bonitinhos.

É, realmente é conhecida por abrigar muitos homossexuais, tanto que em vários estabelecimentos da redondeza você encontra bandeiras com as cores do arco-íris. Não é à toa que o famoso grupo gay ‘Village People‘ (Pessoas da Vila) tem esse nome… e aquela velha canção Go West (Para o Oeste) possui tal direção como objetivo. Lá existe até uma rua chamada Gay St.

Pois bem, eu tomei um Iced Capuccino (capuccino gelado) num café pequenininho chamado Jack’s Coffe (Café do Jack). É um café muito bonitinho, com várias fotos na parede, algumas mesas e cadeiras de madeira bem rústica… bem legal.

Enquanto eu estava na fila, um rapaz que aparentava seus 31 anos e 4 meses de vida entrou com sua bolsa tira-colo para a parte de dentro do balcão e fez um latté (espresso com leite e espuma) [espesso é com "S" sim. O nome é italiano]. Um senhor que estava atrás de mim falava com ele “Jack, save me, please” (Jack, me salve, por favor) pedindo um café pro Jack… e o rapaz, agora sim identificado como o dono do café respondia “I’m not here, I’m not here” (Não to aqui, não to aqui), deixando o trabalho de atender os clientes para suas jovens, básicas e simpáticas empregadas. Ele terminou de fazer seu latté, cochichou alguma coisa com uma de suas empregadas, pegou sua bolsa e saiu, como se estivesse indo pro trabalho.

Vou abir um café igual ao do Jack. Adorei aquilo.

Adeus Blig!

Junho 23, 2008

Exato.

No quinto ano de existência, o óciocultural.blig.com.br deixa de existir por falta de cuidados do próprio servidor blig. Shame on you, blig! E por conta disso, começo agora a nova “temporada” de Ócio Cultural.

Vou tentar passar o máximo de conteúdo dos arquivos do blog antigo para este um.

Vamos vendo onde vai dar.