3 problemas

Abril 29, 2009

Look!

Com o planeta correndo risco de uma Pandemia, a atenção da imprensa, e consequentemente, da população, se volta para a notícia foco e acaba deixando de lado outras grandes discussões que atormentam a sociedade. Por isso, cito aqui outros 3 problemas que já enfrentamos há um certo tempo:

1 – A dengue: Caros amigos, vamos tomar cuidado com a dengue. Não podemos deixar a água parada acumular, pois assim, ajudamos a proliferação do mosquito aedes aegipty. Tampem caixas d’ água, garrafas, e recipientes que possam acumular água da chuva. Mantenha o seu quintal limpo, e retire a água acumulada dos vasos de planta. Se todo mundo fizer sua parte, iremos vencer esta guerra.

2 - O Aqueciment0 Global: Queridos companheiros, o nosso planeta está pedindo ajuda. A Terra já sofreu diversas mudanças climáticas desde a sua origem, no Big Bang. Em todas essas mudanças climáticas, boa parte da vida presente na Terra, quando não toda ela, foi extinta. Estamos caminhando para mais uma mudança brusca de temperatura e isso é quase que inevitável. Porém, podemos retardar este acontecimento se pararmos de poluir, produzir lixo e desmatar.  Vamos cuidar do nosso planeta para que ele cuide de nós.

3 – Filmes com final ruim: Estimados leitores, há tempos acompanhamos trailers de cinema vindo diretamente de Hollywood prometendo filmes com roteiros legais. O problema é que ao assistirmos a esses filmes, nos deparamos com um desenrolar interessante, uma idéia legal, cenas bem feitas com um bom suspense e tudo mais, mas, quando chegamos na hora da conclusão, eles jogam merda de porco gripado no roteiro.

O trigésimo segundo filme que eu assisti no ano de 2009 é mais um deles: Knowing. No Brasil, “Preságio“.

Eu gostaria de comentar muito a respeito do filme, falar tudo o que eu achei, e expor as discussões que eu tive com meus amigos sobre o filme. Mas se eu falar qualquer coisa, vai ser meio chato pra você, que não viu o filme ainda. Eu só posso adiantar que o final é meio chocante. Mas um chocante no sentido ruim. Meio… WTF!? Sabe?

Eu só queria que o Nicolas Cage se reerguesse dessa má fase, cara. Coitado… a situação tá feia pro rapaz, heim!?

Mas é isso aí. Bola pra frente e vamos ver mais filmes bons.

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pan

Abril 28, 2009

Não é a Joven Pan, nem o Peter Pan, tampouco os jogos Pan americanos, ou muito menos Serguei, o pansexual. É motivo para uma trilha sonora com a 5ª Sinfonia de Beethoven [Pam pam pam paaaaammm... pam pam pam paaaaaammm...], é quase o Pandemônio, é sim o princípio de uma PAN-DE-MIA!

Até o início do final de semana passado eu nem sabia da existência do conceito de “Pandemia”. Agora eu sei que ‘I Am Legend’ [+ aqui], ‘Ensaio Sobre a Cegueira’ [+aqui] e o meu querido ‘28 Days Later’ [+aqui], são baseados nesta classe de epidemia. Algo mais sério, como aquela das aulas de história que falavam sobre a terrível Peste Negra [ou Peste Bubônica], que devastou a Europa matando cerca de 75 milhões de pessoas durante o século XIV.

É triste? De fato é. É triste, é angustiante para quem está mais próximo, é preocupante para quem está longe e teme que a gripe suína [swine flu] se alastre, mas também é interessante ver que a história mundial pode estar sendo escrita e  entrando mais uma vez para os livros das próximas gerações. Fora o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, enquanto eu estive vivo e fui capaz de compreender os fatos, nada muito relevante aconteceu no mundo [nada de grandes guerras mundiais, nenhum meteoro gigante devastou parte da Terra, não fomos atacados por alienígenas...]. Talvez esteja acontecendo agora.

Até este exato momento, já são 8 países com casos confirmados [+G1], fora os que estão com algumas suspeitas, grupo que inclui o Brasil. Vamos esperar mais notícias para sabermos se teremos que fazer estoque dentro de casa, para nos manter trancados, longe do risco de contaminação, né?

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Editado:

Acabo de receber a informação de que já existe uma suspeita de gripe suína em Vila Velha, e que um navio vindo do México ancorou hoje no porto de Vitória com um tripulante suspeito de estar contaminado.

Esta é a gripe suína, que como o Itaú, está cada vez mais perto de você!

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Pelo menos, esses infectados não ficam excessivamente agressivos e atacam os não infectados, causando assim um caos generalizado tão assustador como o de 28 days later.

É rapaziada. O mundo está sucateado…

Como já dizia o nosso velho amigo Windows: “PAN – Ocorreu um erro fatal”.

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dias 5, 6, 7 e fim

Abril 27, 2009

Alô galera esperta galera legaaal, bate na palma da mão e diz: Olodum é o número um, Olodum é o número um, Olodum, Olodum… irá tá tá tá tum tum tum…

Então negada… já estou em casa. Não tive tempo de escrever durante os últimos dias de viagem, pois foi tudo muito corrido. Então serei breve para terminar logo de contar a minha saga no Pênis… no Peru.

dia 22

O meu quinto dia de viagem foi quase que por inteiro dentro de um trem. Que foi de onde eu escrevi as duas últimas postagens. Um trem chic, rapaz… vocês tinham que ver. Eu, que até duas semanas atrás nunca tinha andado de trem, estou com um currículo ferroviário muito bom agora. Foram dois trens em uma semana. O primeiro de Cuzco x Águas Calientes, numa viagem de 3 horas. O segundo, Cusco x Puno, com 10 horinhas no itinerário de trem mais alto do mundo, atingindo o seu ponto máximo na estação chamada La Raya, que se situa a 4.319 metros acima do nível do mar. [How do you like them apples?!] Ali o ar é rarefeito com força. Tipo… Com forrrça! Digo… ahhhh… cadê o ar, mermão?

Mas então! A viagem foi bem legal. Tinha um serviço de bordo bacana, cadeiras confortáveis, energia pro lap top, e o último vagão era meio que aberto, com uma vista panorâmica do caminho entre os Andes. Paisagens lindíssimas.

Chegamos na estação de Puno ao anoitecer. Pegamos nosso ônibus e fomos para o hotel. Naquela noite, só saímos para jantar e retornamos rapidamente ao hotel.

Puno é a principal cidade peruana com acesso ao lago Titicaca, que por sua vez é o lago comercialmente navegável mais alto do mundo, e se divide em 60% no território peruano e 40% no boliviano.

dia 23

Fomos de ônibus para um pequeno cais onde estavam os barcos que levam os turistas nos tours pelo Titicaca. Por coincidência, encontrei novamente David e sua família [os Filipinos] no mesmo barco que estávamos.

O barco partiu, e em pouco tempo estávamos nas ilhas flutuantes do Uros, um povo que na época da expansão do império inca e da conquista espanhola, se refugiou em ilhas baseadas em raízes de plantas aquáticas. O Uros vivem nessas ilhas e sobrevivem do turismo, pesca, caça e escambo de seus materiais. Fomos muito bem recebidos por eles. Um deles, chamado Freddi, estava vestindo uma camisa do Brasil, o que me motivou a pedir para tirar uma foto com ele. Depois que a foto foi tirada, ele virou pra mim e disse na maior normalidade do mundo: “manda essa foto pro meu e-mail?”.

WTF!? Você tem email? Então fui até o barraco dele para ele escrever seu hotmail num papel para mim. Me surpreendi mais ainda, quando entrei e vi um rádio com uma minitela de televisão, que era ligado direto numa bateria de carro. Muito interessante.

Fizemos nossas comprinhas de artesanatos e demos um passeio no típico barco dos Uros.

Nos despedimos e seguimos para a encantadora Ilha de Taquile [+ maps], onde fomos recepcionados pelos moradores, que nos serviram um almoço delicioso: uma sopa de quínua [cereal típico] de entrada, um prato de arroz com truta e batatas fritas como prato principal, e para finalizar, um refrescante chá de menta.

Depois de encher o bucho, ouvimos algumas explicações do nosso guia bilíngue [espanhol e inglês ¬¬] e fizemos uma caminhada através da ilha para conhecermos um pouco mais o local. Quando nos dirigíamos ao cais onde estava o nosso barco, perguntei ao guia se era possível dar um mergulho no lago. Ele disse que era por minha conta, que a temperatura da água estava na casa dos 8°C. Então eu me apressei no caminho até o barco para colocar meu calção de banho e dar o meu tchibum no lago mais alto do mundo.

Puta água gelada, mano! Puta que o pariu! Eu fui a única pessoa que entrou no Titicaca durante todo o percurso que fizemos. Os nossos companheiros de barco até me aplaudiram quando eu saí da água. Foi beeem engraçado.

Depois do passeio de barco, voltamos para o Hotel. Nos arrumamos para dar uma saidinha pelas ruas da cidade, onde compramos mais alguns artesanatos e jantamos. Logo após, voltamos para mais uma noite de sono.

dia 24

Acordamos beeeeem cedo, para pegar o ônibus para o aeroporto de Juliarca. Chegando lá, quem encontro no saguão de embarque? David e a sua família Filipina. Todos nós indo para a capital Lima. Chegamos à cidade grande por volta de umas 11h, o que nos deu tempo de almoçar e depois fazer um city tour, onde conhecemos as principais igrejas e praças da República do Peru.

Quando terminamos o passeio, eu liguei pro meu amigo peruano Cesar Bringas, para marcarmos de dar um rolé à noite. Marcamos de nos encontrar depois que ele saísse da faculdade dele. Então, eu e minha família aproveitamos o início da noite no centro de artesanatos de Lima, e depois jantamos na praça de Miraflores. Voltamos para o Hotel, onde e eu e minha irmã nos aprontamos enquanto o Mr. Bringas chegava com seu Hyundai Rosa para nos levar pra noite peruana.

Primeiro fomos nos encontrar com Christian, Dusty e Andrea, os amigos do Cesar. Após nos juntarmos a eles, fomos à casa de um conhecido que estava dando uma festinha de cumpleaños. Pouco tempo depois, deixamos a festinha de formato americano e nos dirigimos à outra vizinhança, onde existiam mais bares e boates. Porém no caminho, meus novos amigos me levaram à margem cheia de pedras do Oceano Pacífico, para que, pela primeira vez eu pudesse molhar a minha mão naquela parte do oceano. Muito bacana. A praia é cheia de pedras e não de areia como a nossa. Mas não são pedrinhas pequenas, tipo casacalho. São pedras do tamanho de um punho cerrado. Conferi se o Oceano Pacífico era realmente salgado e deixamos a praia para ir a um bar onde pagamos S/. 10,00 [10 soles] para assistir a uma banda cover de Pink Floyd. Puta banda foda. Tocaram com perfeição até mesmo a obra prima The Great Gig In The Sky [+youtube] dos gênios ingleses.

Quando o meu relógio marcou as 2h1o da matina, eu e minha irmã pegamos um taxi e fomos para o nosso hotel. Encontramos com nossos pais na porta do elevador do hotel, loucos de preocupação, já que nosso ônibus passaria para nos pegar às 3h15. Foi o tempo de passar uma água no corpo para tirar o cheiro da cerveja e do cigarro, fechar a mala e descer para a portaria do hotel. Lá estava o nosso transporte.

dia 25

No caminho ao aeroporto, não aguentei o cansaço e caí no sono. O que me fez ficar insociável desde a saída do ônibus no estacionamento do aeroporto até encontrar as cadeiras do portão 23 no saguão de embarque. Consegui dormir cerca de 50 minutos o que me foi o bastante para conseguir conversar com alguém novamente, e dar bom dia para as comissárias de bordo. Depois que entrei no avião, dormi, profundamente. Acordei pouquíssimas vezes durante o voo até o aeroporto de Congonhas.

Em Congonhas, eu e meus pais nos despedimos da minha irmã e fomos pegar um ônibus da TAM que nos levou para o aeroporto de Guarulhos. No ponto de ônibus da TAM quem eu encontrei? Séeeergio Reis… Aêeeeee menino da porteeeeira. [Foda! Pensei que ele estivesse preso. 0_o]

Ao chegar em Guarulhos, fomos fazer o check in e encontramos com o jogador de futebol Viola, que estava atrás de nós na fila. [Whatever, né?]

Pegamos nosso avião para Vitória, onde enfrentei a pior turbulência que eu já passei, e onde assisti pela primeira vez o seriado The Big Bang Theory [+ seriados, coisa e tal], que é muito engraçado.

Pousamos e fim.

Obrigado pela paciência, se é que você teve paciência para ler essa merda toda. ;D

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dia 4

Abril 23, 2009

Escrevi essa postagem ontem, enquanto estava no trem a caminho de Puno:

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Ainda no trem. Já tomei 2 espressos, tirei várias fotos e interagi com aquela família de filipinos que me sugeriram dois livros sobre viagens para eu ler. Interagi também com um francês, que não sabe português, nem inglês, solamente un poquito de spañol. Depois troquei uma idéia com um australiano que está está fazendo uma viagem de 3 meses. Então resolvi voltar pro meu vaio e escrever sobre o meu quarto dia de viagem ao Peru:

Acordamos bem cedo, pegamos o ônibus da Pacífico [a nossa operadora de passeios turísticos daqui] rumo à estação de trem, onde embarcamos na nossa viagem até o povoado de Águas Calientes. No caminho eu senti muito sono, pois havia dormido pouco na noite passada. Mas mesmo assim não consegui dormir muito, pois a vista do caminho em meio aos enormes paredões de pedra, rios e povoados, era tão foda, que eu não conseguia ficar muito tempo com os olhos fechados.

Ao alcançar Águas Calientes, caminhamos até onde saem os ônibus do próprio governo local que sobem constantemente até a entrada de Machu Picchu. A vista dos desfiladeiros é espetacular. Chegando ao ponto final do ônibus, caminhamos até a entrada monitorada da cidade sagrada dos incas. Na medida em que andamos, avistamos mais e mais ruínas, que num ponto de altitude imponente e entre montanhas ainda maiores, emociona qualquer humano. Centros de cultivo, habitações, cerimoniais, várias repartições feitas de pedras talhadas e encaixadas perfeitamente uma por uma. Todas colocadas com grande consciência de tamanho, peso, forma, espaço, encaixe e propósito, pelos incas, no século XV. Uma das salas mais curiosas, a sala do oráculo, possui cavidades em formatos trapeziais nas paredes, que quando nos aproximamos e falamos dentro delas, a voz se espalha pelas outras cavidades, produzindo um som que envolve todo o pequeno quarto sem teto. Machu Picchu é cercada por quatro montanhas maiores, e seus cumes representam exatamente uma rosa dos ventos para a cidade.

Dizem que os incas eram grandes conhecedores de matemática, engenharia, física, aritimética, astronomia, e mais outras ciências das quais não me recordo agora. A questão é que tudo foi construído com muita coerência. Existem até sistemas de absorção de energia de impacto, que permitiram a todas as construções se conservarem intactas durante todos os grandes terremotos que atingiram o Peru até hoje.

Ao final da nossa visita, fizemos os caminhos de ônibus, trem e novamente ônibus até o nosso hotel, onde tomamos banho e saímos para comer alguma coisa. Eu e minha irmã pretendíamos ir a algum bar depois do jantar, ou tomar uma cerveja com o nosso amigo bartender do Irish Pub, mas a fadiga era tanta que voltamos para o hotel e fomos dormir.

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dia 3

Abril 22, 2009

Escrevi isso a algumas horas atrás:

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Neste momento eu estou escrevendo diretamente no word, pois estou no trem a caminho de Puno, onde visitaremos o lago Titicaca. Essa viagem demora cerca de dez horas, mas o trem é bem equipado com cadeiras e mesas confortáveis, com uma tomada por mesa, um bar, serviço de almoço, e um vagão com vista panorâmica [depois entro em mais detalhes sobre a viagem]. Aqui no trem, como era de se esperar, não há internet.

Minha postagem anterior ficou muito grande e sacal, além de eu ter deixado vários erros de escrita, pois não tive tempo para revisar. Então serei mais breve ao descrever nossos passos.

Ok então. O terceiro dia da nossa viagem, o segundo em Cuzco [ou Cusco, pois achamos o nome escrito das duas formas em vários lugares, até na própria cidade], visitamos parques arqueológicos e centros cerimoniais, onde se encontram belas ruínas incas, construídas entre o século XV e o XVI. É bem interessante lembrar que algumas dessas ruínas foram construídas na mesma época em que o Brasil foi descoberto, e que algum tempo depois, os espanhóis chegariam pra estragar tudo.

A parte da tarde foi totalmente livre, então pudemos conhecer algumas ruelas cheias de artesanatos e restaurantes.

O Peru é um país pobre. Sempre que saímos dos centros turísticos, vemos muita escassez de recursos. Porém, é muito rico culturalmente. Muitas das antigas tradições se perpetuam até hoje, e muitos mistérios a cerca das ruínas incas não foram desvendados ainda, se é que um dia serão. Viajando aqui dentro da minha cabeça eu até lancei uma teoria a respeito disso tudo, mas isso ficará para outra postagem.

No final do dia, eu e minha irmã fomos a um Irish Pub, que fica bem em frente ao hotel que nós estávamos hospedados. Lá fizemos amizade com o bartender, Cesar, que nos serviu uma variedade de cervejas, incluindo a peculiar cerveja de coca. O sabor? Nada bom, mas valeu a experiência, logico.

Fomos para o hotel, dormir as próximas 5 horas de noite que restavam, já que o outro dia seria o grande dia. O dia do Machu Picchu [ou Machupicchu, ou Machupicchi].

Vou dar um pausa agora para dar uma fotografada na vista e interagir com o pessoal do trem. Acabei de falar com um casal das Filipinas aqui. Me amarro nisso.

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Respondendo a observação do Gaberito, que ele fez nos comentários da última postagem… é isso mesmo, meu caro. Take a look:

Google  Maps [+ aqui]

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dia 2

Abril 21, 2009

dia 19

Túuutúuutúuu… sabe aqueles rádio despertadores clássicos, também conhecidos como “rádio caixinha de abelha”, que foi, ou ainda é, o terror das madrugadas em que você tem que acordar cedo? Pois é. Conheci um desses peruano. É antipático igual ao brasileiro. Como o ônibus que nos levaria para o aeroporto de Lima passaria em frente ao hotel pelas 5h da manhã, tivemos que acordar às 4h. Com medo de não conseguir acordar, além de colocar o rádio despertador para apitar, requeri o serviço de despertador do hotel. Então, alguns segundos depois do rádio, o telefone toca: “¡Buenos dias! ¿Estás despierto, señor?”

O café da manhã do hotel foi bem fraco, imagino, que exclusivamente, por culpa do horário. Aliás, que hotel serve o café da manhã às 4h20, cara?

Comemos, terminamos de arrumar nossas coisas e fomos para o aeroporto. Lá, fizemos nosso check in e fomos aprimorar o desjejum no Starbucks. Hell Yeah!

Fizemos um voo tranquilo, de cerca de uma hora de duração, até pousarmos no aeroporto de Cuzco. A cidade vista de cima é de cor telha, meio barro ou um verde seco, e surpreendentemente grande. Digo, grande em extensão, já que são raros os prédios ou construções grandiosas. Ainda no aeroporto, uma foto com aqueles típicos grupos de música andina, com flautas, sabe? Porém como tudo por aqui [ou como também era nos EUA], é necessário pagar uma propina [gorjeta] para os envolvidos. Saímos do saguão de desembarque ao encontro do nosso serviço de translado e do lado de fora do aeroporto, onde fomos cercados por locais querendo nos vender roupas, bonecas, água, e balinhas e folhas de coca. Adivinha o qual foi a primeira coisa que eu comprei?

As folhas de coca têm um gosto bem ruinzinho, sabe? Mas realmente ajudam a respirar melhor. E além do mais, é uma planta muito importante na cultura inca, pois eles costumam fazer oferendas com essas folhas.

No caminho até o hotel, passamos pela parte central da cidade de Cuzco, que é bem pobre e sobrevive principalmente do turismo, da agricultura e do comércio, respectivamente. Muitas celebrações católicas estavam sendo realizadas nas ruas, pois chegamos num domingo, que já é considerado “o dia do Senhor”, e num dia 19 de abril, dia de Santa Fátima. Não existem muitos modelos de carros, e a grande maioria são um que eu não saberia identificar o nome, mas que parece um mini Gurgel. A maioria dos carros realizam o serviço de taxi. O trânsito mais uma vez, é bem complicado e bagunçado. A bandeira de Cuzco é um arco íris listrado horizontalmente, tal qual a bandeira da comunidade gay. Porém, a de Cuzco é muito mais antiga que a segunda.

Seguimos para a parte mais turística da cidade, onde se encontram a maioria dos hotéis, restaurantes, bares, pubs, lojas de artesanato, mercados, praças e consequentemente, turistas. Muitos gringos, sendo a maioria deles da América do Sul. Me dei conta de que eu era um gringo no meio de todo mundo. Pela  primeira vez na vida eu me senti assim: um gringo. Demos entrada no hotel, bebemos nosso primeiro chá de coca, que fede igual ao inferno, mas é gostosinho. Deixamos nossas bagagens nos quartos e fomos à procura de um restaurante. No caminho tiramos foto com umas llamas e suas donas [mediante à gorjeta]. Achamos um restaurante interessante e entramos. Pedimos uma sopa para cada um, pois foi o que nos aconselharam, para ajudar na aclimatação. As sopas tinham cereais típicos do local. Muito bom. Seguimos para o hotel e descansamos por volta de 40 minutos, antes de nos pegarem para o primeiro passeio guiado pela cidade de Cuzco.

Se eu fosse passar toda as informações que eu recebi no dia de ontem, eu passaria o resto do meu dia aqui. E como eu quero sair logo dessa cadeira pra dar uma passeada, vou falar só dos lugares que fui e as informações superfodásticas que recebi. Nossa guia nos levou à um mirante de onde podíamos ver onze das treze igrejas católicas monumentais que existem em Cuzco. A maioria dos 400.000 habitantes seguem a religião católica mesclada com a religião inca, o que é chamado de sincretismo [+ aqui]. Por isso vemos cruzes enfeitas com mantas incas, imagens de santas usando brincos, quadros de santos em que aparecem serpentes, que na religião inca, representam beneficamente o mundo dos mortos, o subsolo e o passado. É bem bonito.

Após o mirante, nos dirigimos ao mercado central, onde não pudemos fotografar os nativos, já que grande parte deles acredita que uma vez fotografado, sua alma foi roubada. Eu vi cerca de 3.500 espécies de batatas, rãs vivas sendo dilaceradas para o consumo, tabaco de cacto, bebidas alucinógenas para cerimonias religiosas, o maior grão do mundo, vegetais desidratados, algas desidratadas, casco de tartarugas pintados, cereais incomuns, espigas de milho naturalmente preto, entre outras peculiaridades. Seguindo à diante, fomos às ruínas de um centro inca onde haviam templos importantes como o dos mortos, do sol, do trovão, do relâmpago, dentre outros. Mais tarde passeamos pelas igrejas mais antigas de Cuzco. A igreja do Triunfo, que fica colada à Catedral, que por sua vez, fica colada à igreja da Sagrada Família. Essas igrejas possuem uma arquitetura barroca rica em imagens e ouro. Não é possível tirar fotos ou filmar no interior delas. São riquíssima em beleza e sincretismo. Possuem alguns detalhes da maçonaria, o que me fez lembrar muito as igrejas de Ouro Preto [ouro+barroco+maçonaria].

Acabamos as visitas guiadas e nos dirigimos ao nosso hotel. Após nos recompor com muito chá e balas de coca, fomos para a Praça das Armas, que eu diria ser a praça principal de Cuzco. Demos uma passeada, jantamos uma pizza de recheio peruano, e voltamos exaustos para nosso quarto de hotel, para dormirmos, pela primeira vez, um sono de 8 horas contínuas.

O cansaço bate muito fácil por conta da altitude. Qualquer subidinha em um lance de escadas te faz colocar a língua pra fora. As balinhas e os chás de coca são essenciais para a adaptação ao ar rarefeito, que causa uma dor de cabeça profundamente chata. Mas mesmo assim, tô me amarrando em Cuzco.

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dia 1

Abril 19, 2009

Meu primeiro post no Peru: ¡Muy bueno!

Então, gente… até agora está correndo tudo muito bem e estou achando tudo muito legal.

dia 18

O voo ‘São Paulo x Lima’ foi beeeem cansativo. Não consegui dormir quase nada das seis horas de percurso. Como estávamos nos direcionando ao oeste [go west, where the skies are blue...], perseguimos o sol poente e, consequentemente, tivemos que atrasar nossos relógios em duas horas de fuso horário. Pela janelinha do avião consegui ver belíssimas paisagens, como alguns picos gelados nos Andes, o lago Titicaca e o dourado [por causa do sol poente] Oceano Pacífico. Chegamos ao aeroporto de Lima por volta das 19h30. Passamos pela imigração, achamos o nosso grupo com a plaquinha escrito ‘Borges’ e rumamos pela cidade de Lima até o distrito de Miraflores, onde estava localizado o nosso Hotel.

Lima, que é conhecida como La Ciudad Gris [A Cidade Cinza] é bem diferente de todas as cidades que eu já conheci. Possui pouquíssima vegetação, um trânsito confuso, com taxis não padronizados, carros pequenos com  pouca tecnologia e um litoral atípico, com muitas falésias. Foi só  o que eu consegui identificar durante o período de escuridão pelo qual passamos por lá. Miraflores, segundo meu amigo Cesar Bringas, é uma vizinhança bem legal, que todos gostam de ir. Realmente, eu achei o local mais bonitinho, com jardins, bares, vida noturna e  um pouco mais de organização. Mas também não tivemos tempo para explorar muita coisa. Chegamos ao Hotel, tomamos um banho e descemos para jantar, pois a fome estava desgastando as paredes do estômago. Não comemos nada de muito típico, digo, nada típico do local, pois não havia uma diversidade grande no menu do restaurante. Porém tudo o que pedimos estava muito bom. Ao final, um chazinho chamado , que parecia um chá mate mais fraquinho. Dentre as opções de chás, estava o famoso chá de coca, mas resolvi deixá-lo para outra ocasião. Estávamos exaustos e parte do bando foi para cama, pois precisávamos acordar às 4h da matina para rumarmos novamente para o aeroporto. Porém, eu peguei o meu vaio e fui para o bar, pois nas áreas comuns do hotel a internet era gratuita, ao contrário da internet dos quartos, que cobravam 8 U$ pelo uso diário. Troquei uma idéia em espanhol com o único bartender que havia no bar, e por incrível que pareça, ele elogiou meu espanhol. Bebi uma cerveja peruana muito famosa chamada Cusqueñas, que por sinal, era muito boa. Enquanto eu bebia e conversava no msn, um grupo de canadenses mais velhos que bebiam numa mesa próxima, se levantou após pagar a conta e me convidou para sair. Um deles disse em inglês algo como: “Ei o que você está fazendo aí? Desliga esse computador e bora pra farra!”. Mas como eu tinha que acordar às 4h da manhã, tive que negar o convite. Fui dormir.

Como o dia 19 ainda não acabou, depois eu falo sobre ele.

Agora tenho que tomar um banho pra dar um rolé.

Fui!

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estoy listo

Abril 17, 2009

Uma das minhas resoluções para o réveillon de 2007, foi fazer uma viagem memorável, não obrigatoriamente, mas preferencialmente internacional. Eu consegui. Saí do Brasil no final de 2007 e voltei no final de 2008. Foram onze meses de experiências singulares nos Estados Unidos da América. Foi a minha primeira viagem internacional. Foi Foda [vários "F's"].

Amanhã eu embarco na minha segunda viagem internacional. Desta vez, uma estadia menos demorada e um destino mais próximo: uma semana no Peru [o país de nome fálico] [+ wikipédia]. Vamos realizar o sonho do meu pai [mais dele, porém, meu também] de conhecer Machu Picchu e o lago Titicaca [até 5°C eu garanto o meu mergulho. Menos que isso fica foda], o lago mais alto do mundo [3.821 m acima do mar].

O meu plano de tatuar as bandeiras de todos os países que eu visitar está começando a fazer mais sentido para mim. Quando eu chegar a uns 5 ou 7 países, darei início ao processo.

Infelizmente não tive tempo de preparar um testamento, para o caso de alguma eventualidade que ocorra comigo. Então, queridos amigos, torçam para eu não morrer, porque se eu morrer vocês não vão ganhar nada em troca [como se eu fosse cheio de bens].

Pretendo postar mais no decorrer da semana com qualquer novidade boba que aparecer. Digo isso porque se você estiver interessado [a], dê um check it out por aqui. Contudo, se lhe faltar o interesse, não há problema algum: seja feliz e vá cuidar da sua vida em paz [...e tomara que você morra].

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Gmail

Abril 13, 2009

Nunca experimentei um email mais completo que o Gmail.

Ele é bem prático, tem um layout simples e eficaz, disponibiliza cerca de 7 Gb, além de ter um sistema de caixa de spams bem eficiente.

Sempre inovando, o Gmail agora também prevê as mensagens do futuro.

Eram 19h46 quando eu enviei o email. 5 minutos depois, meu destinatário leu a mensagem e pensou em me responder. Porém, eu já sabia o que ele iria dizer, pois a resposta já estava na minha caixa de entrada.

Meu companheiro está me respondendo, e em um minuto, ele apertará o botão “enviar mensagem”. Porém, a suprema tecnologia Google desafia os conceitos do espaço-tempo [na verdade só tempo. Mas "espaço-tempo" soa mais bacana].

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quitando a dívida

Abril 8, 2009

Na décima quarta semana completa de 2009, eu começo esta postagem com um “viva” à internet e aos gravadores de DVD!

A animação Persepolis foi o vigésimo sétimo filme que eu assisti em 2009. Não saberia dizer o que é parecido com esse filme. Nunca vi nada igual. Os traços são bem originais.

A história de Marjane, uma pequena iraniana que sonha com um mundo mais justo, crescendo em meio à conflitos políticos e religiosos. Fala sobre o preconceito sofrido por imigrantes iranianos na europa, sobre a juventude abalada pelo autoritarismo e pelo extremismo, e sobre as guerras travadas no Oriente Médio. Melancólica e bonita, a animação francesa, que é quase totalmente em preto e branco, traz uma pitada de ideias comunistas: num certo momento do filme, Marjane inicia um diálogo com Deus, quando de repente, Carl Marx aparece para dar pitacos. O engraçado é que Deus parece meio cansado das palavras repetitivas de Marx.

Os próximos dois filmes são a prova de que criar muitas expectativas pode ser uma faca de dois gumes:

O campeão do Oscar 2009, Slumdog Millionaire. Conhecido também como “Quem Quer Ser Um Milionário?”.

O filme é bom? Vamos ver: se eu não tivesse lido tantas resenhas, tantas críticas, tantas opiniões boas a respeito de Slumdog, eu diria que o filme é fantástico. Porém, depois de um bombardeio de elogios, acabei imaginando que sentiria a mesma sensação que tive ao terminar de assitir Amélie Poulain [+ aqui] ou High Fidelity [+ aqui] pela primeira vez. Classifico o filme com um singelo “muito bom”. Sim! As atuações são fodas, a fotografia é muito linda e Dany Boyle é um cara que tem o meu respeito, afinal, um dos meus filmes prediletos é obra dele [28 days later]. Mas eu tenho que dizer: eu esperava algo mais fantástico.

Vale muito a pena assisti-lo. Porém, torço para que você não tenha se empanturrado de boas críticas como eu fiz.

Alguns anos atrás, o Shopping Vitória abriu espaço para uma exposição fotográfica do fabuloso Sebastião Salgado, com seu então novo trabalho, Êxodos, o qual mostrava fotos de povos do mundo inteiro. Eu acho impressionante como o Salgado consegue eternizar as cenas mais tristes do mundo de uma forma tão bela. No meio de diversas fotos exibidas ali, estava esta:

Esta foto mostra um duto d’água que passa pela favela de Mahim levando água para os bairros mais ricos de Bobaim, na Índia. Algumas das cenas inciais de Slumdog [que traduzindo para o português seria favelado, ou cão da favela] mostram estes dutos. Foi interessante vê-los numa cena movimentada.

[REC], o terror espanhol que serviu como modelo para o americano “Quarentine”. O vigésimo nono filme de 2009. Permaneceu com o nome original aqui no Brasil.

Em 2002 eu assisti “O Exorcista” pela primeira vez na minha vida. Eu comecei assistir o filme com um medo tão grande de não conseguir dormir à noite, que, de certa forma, me precavi para o que estava por vir. O filme acabou, eu achei ele foda, mas foi só isso. Não me caguei. Em 2009 isso volta acontecer com Rec. Não me borrei novamente, por ter lido um pouco sobre as reações das pessoas a respeito do filme.

Uma  mistura do inovador “Bruxa de Blair”, o infectante “28 Days Later” e o claustrofóbico “Abismo do Medo”. Angustiante e pertubador. Muito bom. Mas esteja preparado.

O trigésimo filme de 2009, Gran Torino. Idem no Brasil. Como o Maurício Saldanha disse no Cabine Celular, o filme de despedida como ator do Clint Eastwood. Mostra um Clint amargo e azedo ao mesmo tempo, destruído pela vida. Mostra também a situação típica de um subúrbio americano cheio de criminalidade causada por gangues.

O Ford Gran Torino [+ aqui] e a atuação do Clint são elogiáveis. Porém, a maioria dos outros atores deixam muito a desejar.

Quantum Of Solace é o número trinta e um da minha lista de filmes de 2009. No Brasil, simplesmente adicionaram o clássico prefixo: “007 – Quantum of Solace”. Daniel Craig é o melhor James Bond da história. Sério! Quem é grande entendedor da poligrafia espiã pode me criticar o quanto quiser, se assim achar que deva. Mas de todos os representantes do agente 007, Craig caracteriza um agente mais maduro, mais cruel, que menos paga de gatão, que não sorri. Ele não tem jeito de um agente que age. Ele simplesmente age. Além do mais, os dois últimos filmes [Cassino Royale e Quatum of Solace] têm as melhores sequências de ação e as melhores direções de arte da história da inteligência britânica.

Minha irmã constuma criticar muito o filmes do 007 por conta dos exageros. Quantum of Solace tem exageros sim. Contudo, eu os classificaria como exageros tragáveis, que sumprem a necessidade dos telespectadores [eu posso chamar de telespectador quem assiste a um filme no cinema ou em casa?] que esperam por isso.

Só achei a trama do filme um pouco confusa. Não sei se é fato, ou se eu estava um pouco destraído, mas as cenas se desenrolavam de uma forma que eu sentia que não tinha entendido alguma coisa. Provavelmente isso deve acontecer pelo fato de haver uma ligação com Cassino Royale, e eu tê-lo assistido a uns 2 anos atrás. Quem sabe? Uma hora eu verifico isso.

Como eu falei na postagem do Gran Torino, o Cabine Celular é um site bem bacana, indicado pela minha amiga Juliana Uliana. Neste website, o visionário Maurício Saldanha faz vídeo-críticas dos filmes que são lançados no circuito do cinema nacional. O Maurício grava sua crítica ainda na sala do cinema, ao final dos longas, com a câmera do seu celular. Legal, né?

Muita gente diz que assiste às críticas do C.C. antes de ir ao cinema. Eu costumo fazer o contrário: eu assisto seus vídeos depois que volto do cinema, para saber se temos opiniões parecidas. Faça como quiser. Assita antes ou depois, mas dê uma conferida, porque é bem legal.

Pronto! Quitei toda a minha dívida.

ppppelículas

Abril 7, 2009

Ainda referente à minha dívida cinematográfica…

My Bloody Valentine Day, o vigésimo quarto filme deste ano. Na terra do Pau-Brasil, Dia dos “Namorados Macabro”. Vamos assistir a um filme 3D? [com óculos 3D, eu digo] Lógico! Eu nunca fui ao cinema ver um filme em terceira dimensão. Então, vamos sim, assistir Dia dos Namorados Macabro. Chegando na boca do guiché do Cinemark do Shopping Vitória, a grande surpresa: as salas não são preparadas para rodarem um filme com a tecnologia 3D. ¬_¬

Não quero perder muito tempo falando desta penúria, mas vamos lá: algum roteirista engraçadinho pegou referências clássicas de filmes de terror/suspense e fez uma piada escrotamente sem graça. No final ele colocou um nome tosco e quis salvar o longa com efeitos 3D… os quais eu não vi merda alguma.

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O vigésimo quinto filme do ano chegou aos cinemas de New York em outubro de 2008. Porém, o lançamento no Brasil foi exatamente hoje, 07 de abril de 2009 [de acordo com o imdb]. Nick and Norah’s Infinite Playlist aparecerá como “Nick e Norah – Uma Noite de Amor e Música”, sendo lançado diretamente em DVD. É um filme bem legal, com uma trilha bem bacana e alternativa. Traz jovens atores que seguram muito bem a trama. Nick, interpretado por Michael Cera, [o lendário nerd que engravidou a Juno] sofre de uma terrível dor de cotuvelo e toca numa banda com seus amigos homossexuais. Isso me lembrou um pouco dos rocks com meu grande amigo André e sua trupe alegre.

Numa noite de apresentação, Nick conhece Norah, interpretada pela exótica Kat Dennings, e juntos, numa aventura veicular noturna, descobrem que são bem parecidos um com o outro [ou não].

O meu vigésimo sexto filme de 2009, foi a viagem [high] cômica de Pineapple Express. Chegando ao Brasil como “Segurando as Pontas”.

Ficaria muito repetitivo falar que Seth Rogen é o grande ás da nova comédia estadunidense. Acho que é porque eu ando vendo muitos filmes dele. Anyway… a primeira crítica que eu ouvi de Pinneaple Express veio do meu amigo Willian Cleckner que simplesmente o definiu com a palavra “Hilário”. Concordo com o Willian. P. E. conta a história de um jovem de cerca de três décadas de vida que fuma maconha e se mete em uma confusão escrota [Tadinho dele, dodói da cabeça]. O engraçado é que os fatos vão acontecendo e parece que quem está saindo da realidade é você e não ele. Somente no final do filme é que a gente fica lúcido novamente. Basicamente isso.

Ok, é isso. Tô com pressa porque vou assistir a um filme agora.

Amanhã, como fechará mais uma semana do ano, eu tentarei escrever sobre os filmes que eu vi desde a quarta feira passada. Valeu!

Arnold Hitler

Abril 3, 2009

Meninos têm pênis, meninas têm vagina“. (Um Tira no Jardim de Infância)