are you?
Junho 16, 2009
Are baba de cu é o quê, criançada?

Rôooooooolaaaaaaa!
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new york temper
Junho 13, 2009
5th Ave.
avos e avós
Junho 9, 2009

Sabe quando você descobre alguma coisa muito idiota, que todo mundo já sabia, que na verdade sempre foi óbvio, mas você nunca percebeu? Pois é, gente. Vocês sabiam que a palavra “centavos” vem de um número fracionário de denominador 100?
Eu não sabia.
Ou eu faltei, ou eu dormi, ou eu estava desenhando armas de guerra na mesa da escola, mas eu não lembro de nenhum professor meu falando isso para mim. Então você me diz: “mas Tiago, ninguém precisava falar isso, porque é óbvio, oras”. Na verdade, é sim, mas eu tive que receber um paycheck, em um país diferente, que vinha escrito “U$ 150, 40/100″ para entender que centavos possuem a mesma nomenclatura que 5/15 [cinco quinze avos], ou qualquer fração, cujo número denominador seja maior que 10.
Isso me lembra uma descoberta que eu tive quando eu era mais novo, com cerca de uns 8 anos de idade: eu olhava para a minha certidão de nascimento e via o nome do meu pai escrito “Joe Manoel Borges” [sim, ele é o meu pai biológico, antes que surja a dúvida]. Sempre achei legal o nome do meu coroa. Joe é nome de matador de filmes western. Além do mais, Joe é uma abreviação de Joey, que é nome de matador de filmes da máfia italiana. E por último, Joey, é um apelido americanizado de Joseph, que é um puta kick ass name irado. Mas voltando à minha ingênua descoberta, certa vez eu perguntando para o meu pai se Borges era sobrenome paterno ou materno, ele me respondeu que tinha origem de seu progenitor, o falecido Velho Manoel. Eu: “engraçado o nome [Manoel] do meu avô ser o mesmo sobrenome da minha avó, né pai?” [pausa para assimilar os fatos]. Eis que surge a verdade: Manuel não era um simples sobrenome, mas a continuação de um nome composto graças à falta de senso de, digamos, uniformidade dos meus avós. Não acho feio. Acho engraçado. E estranho também. O fato é que hoje em dia eu acho Joe Manoel Borges um puta kick fuckin’ ass name irado.
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Widmore estava dentro
Junho 5, 2009
“Ladies and Gentlemen, that’s the indication that we have been cleared, for landing…”
Menos um avião no espaço aéreo do planeta…
A menos que você viva no seu próprio mundinho como Jimmy Bolha [+aqui], você está ciente do desaparecimento do Airbus da Airfrance.
A segunda metade desta década está sendo ["tá sendo, né?" como diria o célebre amigo Cabeção] marcada por terríveis tragédias aéreas:
• O choque entre o Boeing da Gol com o Jato Legacy, em setembro de 2006.
• A “derrapagem” fatal do Airbus da Tam no aeroporto de Congonhas, em 2007.
• A atual sensação do momento, o desaparecimento do Airbus da Airfrance.
• Os demais vôos pequenos, que como aquele do Resort de Trancoso, foram infelizes em suas jornadas.
Muitas pessoas admitem sentir medo de uma viagem de avião. Existe um certo receio por conta de um elemento básico para esse tipo de transporte, que é a altura. Com o crescente índice de acidentes aéros, aumenta o medo de que algo aconteça durante o percurso, e uma coisa é fato: qualquer problema grave a quilômetros de distância do chão, significa uma chance remota de um final feliz.
Eu só penso em três coisas que possam acontecer comigo caso o meu vôo não seja bem sucedido:
• Morte: se eu morrer, eu morri. Acabou. Menos mal pra mim. Pior é pra quem fica.
• Sobreviver: se isso acontecer, eu tiro onda pro resto da minha vida. Além de aproveitar a grana da indenização da cia aérea.
• Ter uma experiência de viagem no espaço-tempo: como eu acredito que tenha acontecido com o Airbus. Isso sim seria muito foda.
Exato! Como eu já disse para alguns amigos meus, é o que eu acho que está acontecendo com o Airbus da Airfrance. Ninguém acha nada do avião. Os dias passam, as semanas passam, os anos passam, e o evento cai no esquecimento do povo. Cerca de trinta anos depois, a torre de comandos do aeroporto Charles de Gaulle de Paris recebe um pedido de permissão para aterrisagem. Os passageiro saem da aeronave olhando carros voadores, adimirados como a França é um país desenvolvido, não sabendo que cerca de dez horas de vôo para eles se passaram em trinta anos para o resto da humanidade.
Plausível, não?
Porém, outra teoria muito “plausível” é a de que os limites da publicidade estão sendo testados. A Airfrance é uma gigante da indústria aérea e possui uma das maiores frotas da Europa. Lembrem se que um desaparecimento não é uma queda.
Então pensem só nessa jogada de marketing: a agência de publicidade que atende a Airfrance, que eu não sei qual é e nem quero procurar no google para descobrir, faz contrato com vários atores e atrizes espalhados no Brasil, na França e em alguns outros países. O que esses profissionais do entretenimento precisam fazer é fingir o sofrimento pelo desaparecimento do vôo 447 quando a notícia começar a se espalhar. A aeronave não é encontrada, tampouco os passageiros.
A sexta e última temporada de Lost começará ser exibida no início do ano que vem nos EUA. Os fãs esperam revelações bombásticas, e nada mais bombástico que um vôo da Airfrance com todos os passageiros caindo na ilha de Lost e recomeçando a saga toda novamente, fechando assim, a famosa teoria cíclica. Afinal, querem apostar quanto que existe um tal de Charles Widmore entre os nomes da lista de passageiros.
Né?
Não, né?
Né não. Tá certo… não é não.
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Passei as últimas semanas ajudando duas amigas a desenvolverem a parte gráfica do TCC delas. Ontem foi o dia da apresentação e elas passarm com 10. Parabéns pra Tainah e pra Thays! : ]
Me fez lembrar o nosso 10, heim Gaberito?